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Em homenagem ao Dia dos Professores – uma interpretação pessoal deste texto genial de Albert Einstein: “Como vejo o Mundo”
  Data/Hora: 15.out.2013 - 5h 15 - Colunista: João Maria  
 
 
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O cientista Albert Einstein, com toda a sua genialidade em seu excepcional texto: “Como vejo o Mundo”, - já dizia: “Minha Condição Humana me fascina. Conheço o limite de minha existência e ignoro por que estou nesta Terra, mas às vezes pressinto. Pela experiência cotidiana, concreta e intuitiva, eu me descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente, mas ainda para outros que, por acaso, descobri terem emoções semelhantes as minhas. (...) Sonho ser acessível e desejável para todos uma vida simples e natural, de corpo e de espírito”.

 

Pergunto: Por que estou lembrando estas palavras de Einstein, nesta homenagem dedicada aos professores?

 

Respondo: Simplesmente porque neste texto: “Como vejo o Mundo”, na sua simplicidade ele deixa a sua genialidade fluir com naturalidade e equilíbrio – deixando claro e transparente o seu forte amor pela JUSTIÇA, pelo compromisso SOCIAL. “O mistério da vida me causa a mais forte emoção. É o sentimento que suscita a beleza e a verdade, cria a arte e a ciência. Se alguém não conhece esta sensação ou não pode mais experimentar espanto ou surpresa, já é um morto-vivo e seus olhos se cegaram”, descreve. E sem se referir, ou melhor, mesmo sem mencionar a palavra PROFESSOR, ele descreve o sentimento que envolve esta profissão, cuja missão é propagar e auxiliar os nossos filhos a trilharem o caminho da LUZ: O CONHECIMENTO.   

 

Pergunto: E o que tudo isto tem a ver com os PROFESSORES E A EDUCAÇÃO?

 

Respondo: Onde ele diz: “Nessa experiência cotidiana, concreta e intuitiva, eu me descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente”, está o retrato dos PROFESSORES em sala de aula se encontrando diariamente com as nossas crianças, com os nossos jovens que ainda trazem estampado na face um coração puro, um misto de expectativa e bondade – de esperança e dignidade – uma vontade imensa de criar, inovar e dar asa a SUA IMAGINAÇÃO.

 

Pergunto: Mas, o que tem a ver RELIGIÃO com PROFESSORES E EDUCAÇÃO?

 

Respondo: Na sequência deste texto, ele afirma: “Aureolada de temor, é a realidade secreta do mistério que constitui a religião. Homens reconhecem então algo de impenetrável a suas inteligências, conhecem, porém as manifestações desta ordem suprema e da Beleza inalterável. Homens se confessam limitados e seu espírito não pode apreender esta perfeição. E este conhecimento e esta confissão tomam o nome de religião. Deste modo, mas somente deste modo, soa profundamente religioso, bem como esses homens”, afirma.

 

Nesta afirmação: “Não posso imaginar um Deus a recompensar e a castigar o objeto de sua criação”, - poderíamos dizer que está explicitada a sua genialidade e a sua cumplicidade com algo Divinamente Superior – a origem desta palavrinha mágica que carinhosamente a chamamos de DEUS, que nada mais é do que o AMOR DIVINO EM AÇÃO.

 

Pergunto: E o que tem a ver AMOR DIVINO EM AÇÃO com os nossos PROFESSORES E A EDUCAÇÃO?

 

Respondo: No meu ponto de vista, - acredito que é justamente neste ponto que começa uma inversão de interpretação do que realmente disse Jesus, quando esteve nos visitando na região da Palestina – inversão esta que tem se perpetuado até os dias atuais. Temos sido doutrinados que temos que temer e agradar a Deus – quando na verdade, não há nenhum Deus que precise ser temido ou agradado.

 

O que Jesus quis nos dizer é que: “Deus é AMOR e que nós somos parte integrantes desta energia – e somos também responsáveis pelo nosso próprio destino e sempre vamos “colher” o que semeamos. E o trabalho dos nossos PAIS, de mãos dadas com os nossos PROFESSORES é justamente ESTE, dar continuidade ao que o Mestre nos ensinou: “Ensinar os nossos jovens de como evitar as ervas daninhas que possam contaminar a sua horta (mente, pensamentos e ações) - para que possam levar uma vida saudável, feliz e próspera”.

 

Einstein, como um grande PROFESSOR da humanidade, ao analisar esse novo tempo, que, aliás, é bom que se diga, já faz um bom tempo, ainda neste texto, se pergunta: COMO JULGAR UM HOMEM? E responde: De acordo com uma única regra determino o autêntico valor de um homem: em que grau e com que finalidade o homem se libertou de seu Eu?

 

E continua: Para quê as RIQUEZAS? “Todas as riquezas do mundo, ainda mesmo nas mãos de um homem inteiramente devotado à idéia do progresso, jamais trarão o menor desenvolvimento moral para a humanidade. Somente seres humanos excepcionais e irrepreensíveis suscitam idéias generosas e ações elevadas. Mas o dinheiro polui tudo e degrada sem piedade a pessoa humana”.

 

E ainda sobre o seu texto, para finalizar essa homenagem aos nossos queridos MESTRES - os nossos PROFESSORES – relembro aqui, o que ele diz sobre COMUNIDADE E PERSONALIDADE: “Ao refletir sobre minha existência e minha vida social, vejo claramente minha estrita dependência intelectual e prática. Sou, sem dúvida, um animal superior, mas sem a PALAVRA a condição humana é digna de lástima”.

 

“Eu, enquanto homem, não existo somente como criatura individual, mas me descubro membro de uma grande COMUNIDADE HUMANA. Ela me dirige, corpo e alma, desde o nascimento até a morte. Por exemplo, a Europa encerra três vezes mais habitantes do que há um século. Mas o número de personalidades criadoras diminui. E a comunidade não descobre mais esses seres de que tem necessidade essencial. A organização mecânica substituiu-se parcialmente ao homem inovador. A falta de pessoas de gênio nota-se tragicamente no mundo estético. Pintura e música degeneram e os homens são menos sensíveis”. (...) (...) (...)

 

Neste dia consagrado aos nossos Professores, lembro trechos deste desabafo de Einstein, justamente por que ele vai fundo e sem papas na língua, nos deixa um legado fantástico, maravilhoso para essas e para as futuras gerações. Com a maior isenção ela aborda praticamente todos os temas que envolvem a humanidade, a vida em comunidade, aliás, esse seu texto, será o tema principal da nossa edição de outubro da nossa REVISTA IMPRESSA, toda ela dedicada a EDUCAÇÃO, AO TRABALHO INCANSÁVEL E INESTIMÁVEL DOS NOSSOS PROFESSORES...

 

João Maria Teixeira da Silva.

 

 

 

 
 

 

 

 
 
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