Prefeito é suspeito de comprar terras

 
 
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População recorre ao Ministério Público, pedindo providências sobre o uso da área destinada ao Parque Industrial de São Jorge para lavoura...
  Data/Hora: 5.mar.2018 - 21h 3 - Categoria: São Miguel do Iguaçu  
 
 
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No último dia 24 de fevereiro, o cidadão André Luiz Ghedin, residente no Distrito de São Jorge, protocolou junto ao Ministério Público, uma solicitação pedindo providências com relação à aplicação de defensivos agrícolas no perímetro urbano, mais precisamente na área destinada ao recém criado Parque Industrial do Distrito

 

“Meus problemas de saúde se agravaram nos últimos dias. Passei mal por diversas vezes e tive que me consultar devido ao forte cheiro destes defensivos agrícolas que o proprietário tem usado nesta lavoura”, reclama André, que anexo à reclamação apresenta um abaixo assinado com 32  assinaturas dos proprietários que moram ao entorno desta área.

 

Sua indignação, segundo ele, é muito mais contra o município. “Disseram que iriam trazer diversas empresas, gerar emprego e o que estamos vendo, por enquanto, é que estão gerando transtornos para nós. O cheiro forte do veneno que é usado na plantação, principalmente quando é aplicado com o vento na nossa direção, é insuportável”, desabafa.

 

Essa área em questão passou a ser parte integrante do perímetro urbano do Distrito de São Jorge, através da Lei 2.952/2017, promulgada no dia 27 de agosto do ano passado.

 

Segundo Inelvo Gregolin, proprietário desta área que está fazendo uma permuta com o município, ainda está semana deverá ter uma reunião com a Administração Municipal para acertar os detalhes que envolvem essa negociação. “O acordo que tenho com o município é que se faça o arruamento, com o meio fio e no prazo máximo de um ano, sejam gerados no mínimo 60 empregos neste Parque Industrial”, relata.

 

“Não abro mão desse acordo”, acrescenta, ressaltando que vai continuar plantando neste espaço, até que o Município tome a iniciativa de realmente efetivar o Parque Industrial. “acredito que seria pior deixar o mato crescer nesse espaço e trazendo diversos transtornos a vizinhança, inclusive insegurança. Quanto ao uso de defensivos agrícolas, uso os de menor impacto nas minhas lavouras há vários anos”.

 

Ainda segundo ele, caso tenha que continuar plantando, vai tomar todas as providências que o Ministério Público exigir: “Pode ser feito uma cortina com duas ou três carreiras de árvores, por exemplo, eliminando praticamente o problema”.

 

Sobre o abaixo assinado e as reclamações dos moradores junto ao MP, nos disse que para ele era novidade. “Até agora não fui notificado de nada e nem sabia disso”, pontificou. A notificação deverá chegar embreve, segundo André, a audiência está marcada para o próximo dia 25 de maio.  

 

 

Nego Pereira Só mudar daie quem trabalha tenhe fazer isso
 
Zelia Silva
Zelia Silva Nois aqui todos trabalhamos só que não dá mas é muito forte quando vira o vento e pior dor de cabeça vômitos garganta tá muito difícil agora tá ficando cada vez pior
 
Marcelo Alexandre
Marcelo Alexandre .... comem
Muito mais veneno do cheiram !!!!
 
Terezinha Henrique
Terezinha Henrique E porque não é com vc...
 
 
Terezinha Henrique
Terezinha Henrique Menos de trinta metros de dentro de sua casa passar veneno, não somos obrigados aguentar..
 
Terezinha Henrique
Terezinha Henrique Tem crianças, idosos, cadê o respeito ???
 
Ademar Schmitz
Ademar Schmitz Achei interessante a matéria e a explicação doJosé Luiz Monsani, pois vivemos essa situação aqui na vila rural tbm, que é um aglomerado populacional que sofre com essas aplicações que são feitas ao entorno de toda a comunidade.
Elza da Costa
Elza da Costa Quanta ignorância de certas pessoas!! Agora então o ser humano e obrigado a ingerir veneno, pq simplesmente acham que ali precisam plantar e colher , sabendo que ali e área urbana!! Tem algo errado, pq tem rumores que ali agora é uma área industrial... ou não?? Quem poderia nos esclarecer????
 
 · Responder · 1 h
João da Silva
João da Silva Na matéria acima tem inclusive a Lei que transforma aquela área em Parque Industrial...

 
 
 
 
José Luiz Monsani
José Luiz Monsani Com relação à aplicação de agrotóxicos existem casos em que a cidade vai crescendo e se aproximando de áreas de cultivo agrícola, nestes casos bem como nos casos de aplicação de agrotóxicos nas propriedades agrícolas de forma geral, as distâncias mínimas para aplicação de agrotóxicos constam na Resolução 22/85 SEIN (cópia em anexo), nos itens 7, 7.1 e 7.2, nos quais consta 7. Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e outros biocidas em áreas situadas a uma distância mínima de 500 metros adjacente a mananciais de captação de água para abastecimento de populações, núcleos populacionais, escolas, habitações e locais de recreação, e, de 250 metros adjacentes a mananciais de água, moradias isoladas e agrupamento de animais e culturas susceptíveis a danos. 7.1. Será permitida, porém, a aplicação de agrotóxicos e biocidas nas lavouras, se efetuada por atomizadores ou canhões, numa distância mínima de 250 metros, e, por aparelhos costais ou tratorizados de barra, numa distância mínima de 50 metros, dos locais mencionados no item 7. 7.2. Em todos os casos as aplicações somente poderão ser feitas quando a direção do vento for tal que não leve resíduos de agrotóxicos e biocidas para os locais referidos no item 7.

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José Luiz Monsani
José Luiz Monsani Saliento que se o usuário do agrotóxico fizer aplicação com equipamento ou modalidade de aplicação inadequada, ou sem observar as condições técnicas como velocidade e direção do vento, etc..., ou ainda, sem respeitar as distâncias mínimas de corpos hídricos, culturas sensíveis ou grupamentos humanos, citados acima, fica caracterizada uma infração e a imputação de responsabilidade recairá sobre o usuário ou sobre o profissional de agronomia, caso este não tenha orientado o usuário como deveria. Também pode ser lavrado auto de infração contra o comerciante que vendeu o agrotóxico sem a apresentação da prévia e obrigatória receita prescrita por profissional legalmente habilitado.
 
     
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