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Produção de tomate em estufas – Uma Fábrica de alimento movida à tecnologia que exala energia e muito amor familiar
  Data/Hora: 3.nov.2018 - 7h 7 - Colunista: João Maria  
 
 
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Foto de capa: Cresol - Estive visitando ontem (02), a propriedade do Volnei e da Katia Vanessa Rodigheri, situado na Linha Minosso, a cerca dois mil metros do centro de São Miguel do Iguaçu, onde cultivam tomates em estufas.

 

Uma Fábrica de Produção de Alimento, que, aliás, com um nome bem sugestivo – Piccolo Dolce – movida ao que existe de mais moderno em termos de tecnologia, com temperatura ambiente controlada, irrigação e nebulização tudo automatizado. “Levamos sorte até na perfuração do poço artesiano da onde vem à água que irriga a estufa. O ph da água é de 9.8, o que ajuda ainda mais na qualidade dos frutos”, me dizia Volnei.

 

Com o ambiente fechado e coberto com um plástico especial transparente para deixar entrar a luz solar e dos lados com uma tela finíssima, protegendo as plantas de pragas e, consequentemente, não necessitando a presença de agrotóxicos, você retira o tomate da planta e pode consumir ali mesmo sem nenhum tipo de impureza. Ainda segundo Volnei, através da irrigação é possível disponibilizar a quantidade adequada dos nutrientes que a planta precisa para cada fase do cultivo. 

 

 

Com três estufas de 1070 m2 cada, ocupando um espaço de 6.500 m2, onde estão a casa de máquina, caixas d água, tanque de armazenamento para aproveitar água da chuva que é usada exclusivamene para as estufas, além de produzir alimento, a propriedade já entrou no roteiro do “turismo rural”, onde estudantes e outras pessoas a visitam para conhecer como funciona uma Fábrica de produção de tomate como essa.

 

Dois tipos de tomates são cultivados atualmente, o “sweet grap” e o “Cereja Coquetel”, sendo que 75% da produção é do Cereja Coquetel, com um sabor mais adocicado, próprio para ser consumido não só na salada, mas também como se estivesse saboreando uma fruta, por sinal, muito gostosa.

 

O plantio é feito em vasos com substrato, onde recebem a irrigação através de gotejamento com todos os produtos necessários para que a planta tenha um bom desenvolvimento.

 

Cada fileira contém 100 vasos, onde sobem quatro galhos por vaso, somando-se no total 4600 galhos, produzindo cerca de 60 mil quilos anos.

 

 

Acompanhando-nos nessa visita, o seu filho Guilherme de apenas dois anos, por diversas vezes, ele próprio retirava do pé o fruto bem madurinho e levada direto a boca com enorme satisfação.

 

Katia e Volnei, explicavam minuciosamente todo o processo de produção, orgulhosos por estarem à frente de um trabalho desta natureza. “No início tudo foi difícil – até mesmo para conseguir financiamento em bancos para os investimentos, tendo em vista de tratar-se de algo novo na região. As desconfianças eram enormes de que poderia dar certo ou não, inclusive com a sua colocação no mercado”, conta Katia.

 

Devido ao altíssimo custo do investimento, segundo Katia, muitos sugeriam que se fizesse apenas uma estufa para experiência. “Mas, como já tínhamos visitados outros lugares para conhecer como é o funcionamento da produção, nós vimos que para produzir o ano todo e assim conseguir abastecer o mercado, sem o período de escassez do produto, teríamos que ter no mínimo três para fechar o círculo de produção anualmente”.

 

“Hoje, os próprios Bancos que nos ajudaram (Cresol e Banco do Brasil), sentem-se orgulhosos de terem contribuído com o financiamento de tudo isto aqui”, sintetiza, acrescentando que a empresa é composta de mais dois sócios, Carlos Sergio Tezza, engenheiro agrônomo e Valcir Carlos Pellin, empresário mais ligado na área de comercialização.

 

“Estamos gerando seis empregos diretos, com uma produção média de 60 mil quilos de tomate ano. São nove famílias que vivem dessa produção. Todo o produto é vendido em bandeja ou a granel nos mercados da região”, acrescenta.

 

 

 

 

 

 

 

A Casa, ao lado da natureza e a energia que emana do ambiente Familiar

 

Para quem visita a propriedade, logo de chegada leva um choque ambiental. Ao lado de muito verde, além da qualidade do ar que você passa a respirar, o Sabiá, que escolheu a varanda da casa para procriar e dar continuação à espécie faz questão de recepciona-lo com o seu cantar. O João de Barro faceiro e uma série de outras espécies estão sempre por perto, como se dissessem: “Sejam bem vindos! A natureza agradece”.

 

 

Encontramos o casal em total sintonia e transmitindo energia de paz e harmonia, cortando a grama e limpando o quintal. Enquanto a filha mais velha assistia televisão, os dois filhos menores se perdiam em meio de uma pilha de brinquedos espalhados na área.

 

Na hora me lembrei do excelente texto, uma “releitura a quatro mãos”, inspirado no original de Bert Hellinger, escrito por Olinda e Susy Guedes, com o sugestivo título: ESTAR EM PAZ COM NOSSOS PAIS É ESSENCIAL.

 

Lembra a autora que, “estamos aqui como resultado de nossos ancestrais paternos e maternos – uma fila de homens e mulheres até o infinito. Simplesmente imaginemos essa fila, sem nos prendermos às imagens de seus sentimentos vividos em outras eras, sejam de alegrias ou de dores ou de quaisquer situações vivenciadas até chegar a nós. Aqui, o que importa apenas é a essência que originou nossa vida. Pai e mãe juntos, não polarizados em luta incessante para se definir, se conhecer; porque o objetivo é só se integrar. Cada um é o Pai e a Mãe juntos e algo mais”

 

Lembro esse texto para tentar sintetizar o clima de união, felicidade e prosperidade desta empresa, cuja essência é o bem estar da Família e de todos que estão ao seu redor.

 

“Tal como na união íntima do casal, quando dois se tornam um, assim é a dinâmica sistêmica entre o Dinheiro e o Tempo. Dessa união, resulta a prosperidade. Diz-se que “tempo é dinheiro” – sim, somente os dois, juntos, são férteis. Um sem o outro é vazio, ócio ou apenas potencial criativo de subsistência e desenvolvimento”, segue o texto.

 

“A vida é passada adiante pela conjunção das sementes do homem e da mulher. Todavia, a vida necessita de energia para se manter, energia esta que chega por meio do trabalho. A riqueza é energia gerada pelo trabalho. Assim, se diz que o trabalho serve a vida. Logo, o dinheiro – resultado do trabalho – é energia e deve estar a serviço da vida. Desrespeitar o dinheiro é desrespeitar a vida. Honrar o dinheiro é honrar a vida. E como se faz isso? Dando ao dinheiro finalidades honrosas, para servir a vida”, prometo voltar a falar ainda mais sobre este maravilhoso texto, até por que, a própria Katia tem procurado colocar esses ensinamentos a serviço da comunidade no trabalho que semanalmente no Grupo das Constelações ao lado de mais duas amigas.

 

Aliás, um belíssimo trabalho que o Grupo vem realizando que no meu ponto de vista pode muito bem ser aproveitado pelo Poder Judiciário no auxílio de casais que procuram aquela Instituição para se divorciar – sem saber, que na grande maioria das vezes, por desconhecer esse lado da vida, terminam cometendo um mal para as suas próprias vidas de difícil solução com a separação.  (volto a este assunto).

 

 

 

Zilmar Tramontin
Zilmar Tramontin Parabéns pela excelente matéria João da Silva(jornalismo). Valorizando os produtores são-miguelenses. Parabéns as famílias dos produtores de tomates pela dedicação, orgulho para nosso município.
 
Marcelo Alexandre
Marcelo Alexandre 👏👏👏👏👏 muito bacana ! Parabéns João da Silva
 
Maria Elena Ghisleri Rabaioli
Maria Elena Ghisleri Rabaioli Parabéns família linda👏👏👏👏♥️♥️♥️♥️♥️
 
     
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