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Dialogando com o Mestre (parte III) – Agradecimento e Reconhecimento...
  Data/Hora: 3.mar.2020 - 3h 45 - Colunista: João Maria  
 
 
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Foto de Ilustração: Divulgação - Internet - No nosso último diálogo, Mestre – ao compartilhá-lo com uma amiga – uma dessas pessoas que a gente tem o maior carinho, cuja beleza no olhar, no caminhar e no ato de se comunicar – por onde passa deixa rastros de felicidades, companheirismo e bondade – ela me surpreendeu com uma frase intrigante e instigante. Parafraseando aquele velho ditado de que “a simulação da bondade é mais nociva que a própria maldade” – ela escreveu como resposta: “Eu me assusto com a maldade humana, mas com quem simula a bondade, assusto-me ainda mais”. Em Sua opinião Mestre, qual o recado que ela quis passar – que estou sendo falso?

 

- “Eu diria que isso não tem a mínima importância... O que importa é o que você pensa a respeito dela. Ela reagiu de acordo com as suas amadas crenças – continue compartilhando esse CONHECIMENTO sobre a minha REALIDADE sem exigir nada em troca, afinal, é com o conhecimento que encontramos o reconhecimento. Depois dessa afirmação, ela já não te surpreendeu dando provas de que a sua amizade é sincera?”.

 

- Sim! Obrigado Mestre... Isso me lembra dum texto sobre Einstein, que quando o li pela primeira vez prometi reescrevê-lo em forma de diálogo, acrescentando pequenas pitadas desse Seu Amor Transcendente, tendo em vista que a essência é a mesma - O CONHECIMENTO, A REALIDADE sobre o nosso próprio Ser... O texto lembra que quando Einstein deu uma série de conferências em várias universidades dos EUA, a pergunta recorrente que os alunos lhe fizeram foi:

 

- Você acredita em Deus?
E ele sempre respondia:
Eu acredito no Deus de Spinoza.

 

Antes de continuarmos sobre esse texto atribuído a Einstein, por que Mestre, não existe hoje um número bem maior de pessoas que possam receber a Sua inspiração e serem consciente da Presença Crística em suas vidas?

 

- “Eu diria que a minha inspiração está irradiando o mundo neste momento e é recebida por diferentes naturezas e mentes. A inspiração dirigirá cada pessoa por um caminho distinto em função do seu condicionamento mental anterior. Em alguns casos, as mensagens serão grosseiramente distorcidas pelos receptores, os quais estão psiquicamente aptos, mas possuem uma mente ortodoxa que se apega fortemente aos batidos caminhos religiosos da antiguidade. Qualquer mensagem será interpretada segundo as crenças que estão no controle. Quaisquer mensagens que recebam que possam contradizer as crenças aceitas serão rapidamente expulsas de sua mente e sua autoria atribuída a Satanás. Por essa razão tem sido possível alcançar somente as mentes que estão abertas e anseiam pela Verdade mais do que pelos ensinamentos tradicionais”.  

 

- Se estou entendendo direito Mestre, com a Sua ajuda podemos viver confortavelmente em duas dimensões – no plano físico terrestre e num ponto de vista mais elevado no campo espiritual?

 

- “Sim! Isso deve ficar bem claro. A medida que libera a sua consciência terrena de sua prisão emocional, rejeitando mental e emocionalmente os padrões de pensamento emocional que você percebe que estão em desarmonia com o Amor Divino, você se tornará cada vez mais consciente de uma inspiração Superior que invade sua mente e mesmo o seu plexo solar – proporcionando a você orientação em momentos de necessidade, quando estiver incapaz de perceber as melhores atitudes a tomar ou de purificar-se de seu pensamento egocêntrico quando reage a uma situação difícil”.

 

- Existem mais e mais mentes como a sua Mestre auxiliando a humanidade nesta obra?

 

- “Não estou só nessa obra. Trabalhando comigo para ajudar as pessoas há inúmeras almas mais elevadas, transcendentes, espirituais, belas e amorosamente inteligentes que podem entrar na dimensão da Consciência Crística”.   

 

- Voltando ao texto de Einstein, Mestre – “quem não leu Spinoza, o filósofo holandês considerado um dos três grandes racionalistas do século da filosofia, junto com o francês Descartes” não entendia a resposta. Este Deus que Spinoza teria dito faz parte da Sua Realidade – ou melhor – é essa mesma Inteligência Amorosa Universal pela qual tem procurado nos inspirar através do Seu Conhecimento?

 

- “Sim. E não há nada a acrescentar – sua mensagem é bastante inspiradora”.

 

- Então, aqui está – o que pensava Spinoza sobre Deus:

 

“Pare de ficar rezando e batendo no peito! O que quero que faça é que saia pelo mundo e desfrute a vida. Quero que goze, cante, divirta-se e aproveite tudo o que fiz pra você.

 

Pare de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que você mesmo construiu e acredita ser a minha casa! Minha casa são as montanhas, os bosques, os rios, os lagos, as praias, onde vivo e expresso Amor por você.

 

Pare de me culpar pela sua vida miserável! Eu nunca disse que há algo mau em você, que é um pecador ou que sua sexualidade seja algo ruim. O sexo é um presente que lhe dei e com o qual você pode expressar amor, êxtase, alegria. Assim, não me culpe por tudo o que o fizeram crer.

 

Pare de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo! Se não pode me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de seus amigos, nos olhos de seu filhinho, não me encontrará em nenhum livro.

 

Confie em mim e deixe de me dirigir pedidos! Você vai me dizer como fazer meu trabalho?

 

Pare de ter medo de mim! Eu não o julgo, nem o critico, nem me irrito, nem o incomodo, nem o castigo. Eu sou puro Amor.

 

Pare de me pedir perdão! Não há nada a perdoar. Se eu o fiz, eu é que o enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso culpá-lo se responde a algo que eu pus em você? Como posso castigá-lo por ser como é, se eu o fiz?

 

Crê que eu poderia criar um lugar para queimar todos os meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que Deus faria isso? Esqueça qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei, que são artimanhas para manipulá-lo, para controlá-lo, que só geram culpa em você!

 

Respeite seu próximo e não faça ao outro o que não queira para você! Preste atenção na sua vida, que seu estado de alerta seja seu guia!

 

Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é só o que há aqui e agora, e só de que você precisa.

 

Eu o fiz absolutamente livre. Não há prêmios, nem castigos. Não há pecados, nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro. Você é absolutamente livre para fazer da sua vida um céu ou um inferno.

 

Não lhe poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso lhe dar um conselho: Viva como se não o houvesse, como se esta fosse sua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não houver nada, você terá usufruído da oportunidade que lhe dei.

 

E, se houver, tenha certeza de que não vou perguntar se você foi comportado ou não. Vou perguntar se você gostou, se se divertiu, do que mais gostou, o que aprendeu.

 

Pare de crer em mim! Crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que você acredite em mim, quero que me sinta em você. Quero que me sinta em você quando beija sua amada, quando agasalha sua filhinha, quando acaricia seu cachorro, quando toma banho de mar.

 

Pare de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra você acredita que eu seja? Aborrece-me que me louvem. Cansa-me que me agradeçam. Você se sente grato? Demonstre-o cuidando de você, da sua saúde, das suas relações, do mundo. Sente-se olhado, surpreendido? Expresse sua alegria! Esse é um jeito de me louvar.

 

Pare de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que o ensinaram sobre mim! A única certeza é que você está aqui, que está vivo e que este mundo está cheio de maravilhas.

 

Para que precisa de mais milagres? Para que tantas explicações? Não me procure fora. Não me achará. Procure-me dentro de você. É aí que estou, batendo em você.”

 
 

 

 

 
 
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