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Brasília, Inconfidência Mineira e Páscoa
  Data/Hora: 16.abr.2020 - 16h 21 - Colunista: Cultura  
 
 
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Por João Baptista Herkenhoff,

                                 Juiz de Direito aposentado (ES) e escritor

                                  Email – jbpherkenhoff@gmail.com

 

          Nesta agradável tarefa de escrever semanalmente para os jornais, às vezes falta assunto e outras vezes sobejam temas.

          Para o artigo de hoje ocorrem-me três boas matérias.

 

          Posso lembrar o enforcamento do herói Tiradentes, levado a efeito pela Coroa Portuguesa em 21 de abril de 1792.

 

          Posso falar sobre a inauguração de Brasília, que ocorreu em 21 de abril de1960.

 

          Ou posso celebrar o Domingo de Páscoa, que deu início ao Tempo Pascal, no qual nos encontramos.

 

          Os inconfidentes revoltaram-se contra a opressiva cobrança da derrama, que lhes furtava a recompensa pelo duro trabalho de extrair ouro das minas.

 

Chegaram a definir  uma nova bandeira para o Brasil. Ela seria composta por um triângulo vermelho num fundo branco, e a inscrição em latim: Libertas Quae Sera Tamen (Liberdade ainda que Tardia).

 

Quanto idealismo, quanta grandeza de alma, que exemplo para todos os brasileiros e, de maneira especial, para as novas gerações!

 

A respeito de Brasília começo com um registro pessoal porque os registros pessoais dão maior autenticidade aos textos.

 

Nos meus tempos de jovem fundei um jornal em Cachoeiro de Itapemirim – a Folha da Cidade, que era impresso numa máquina bem primitiva. Basta dizer que a impressão era feita página por página.

 

Na edição de 21 de abril de 1960, a Folha da Cidade abriu manchete saudando com entusiasmo a inauguração de Brasília.

 

Na época houve muito debate, contra e a favor da transferência da capital do país para o Planalto Central. Mas hoje é unânime, ou quase unânime, o apoio à corajosa iniciativa de JK.

O nome Páscoa é de origem hebraica, da palavra Pessach que significa “passagem”.

 

Leva esse nome porque antes de ser a festa da Ressureição, marcava o final do Inverno e a chegada da Primavera.

 

A Páscoa lembra a ressureição do Cristo três dias após sua morte na cruz. É fundamento da Fé Cristã.

A Páscoa é uma esperança viva dada por Deus aos homens.

Duas datas aqui lembradas são profanas – inauguração de Brasília e Inconfidência Mineira. E uma data é sagrada – a Páscoa.

Mas há um teor de sacralidade nas datas profanas.

 

O sacrifício de Tiradentes teve a marca do martírio. Morreu pela Justiça.

 

Brasília significou a Esperança de um Brasil Novo – integrado, fraterno, solidário.

 

O sagrado não está no rito, mas na essência daquilo que se celebra.

 

A luta pela Dignidade Humana é sempre uma luta sagrada.

 

 
 

 

 

 
 
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