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Desconhece o assunto? Prepare-se antes, fale, seja ouvido e bem avaliado.
  Data/Hora: 6.jul.2020 - 14h 1 - Colunista: Inácio Dantas  
 
 
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Por Inácio Dantas,

 

Somos avaliados pelas palavras que dizemos, e como as dizemos. Frases bem concatenadas, em bom-tom, que expressem conhecimento e veracidade têm um efeito positivo nos ouvidos de quem nos ouve. Por isso, pense tudo o que fala, mas não fale tudo o que pensa...

 

Pense antes de falar. Sabe aquela frase “só abra a boca quando tiver certeza”?, ela vale para você e todos nós na hora de desenvolver um tema do qual desconhecemos ou temos vaga noção. Muitos bons profissionais “queimam-se” com a equipe e os superiores por se envolver em assuntos que não conhecem bem as técnicas e leis que os regem ou conhecem medianamente, e até às vezes pela metade. E aí mora o perigo...

 

Sugira, opine, verbalize o que sabe. Não se incline a dar opiniões ou palpites se não tiver certeza cabal. Principalmente temas complexos, polêmicos ou que hajam dúvidas e questionamentos. Fale estritamente o que sabe. Não minta, não aumente, não invente. Você é avaliado tanto pelas palavras quanto pelo silêncio.

 

Se for discorrer sobre um tema impactante, evite querer mostrar conhecimento de coisas que desconhece ou que ouviu falar. Opte por palavras breves e pontuais, somente para “marcar presença”. Para falar com propriedade conheça a fundo e tenha exemplos reais, pois de repente você pode ser contestado e ter suas teses refutadas.

 

Ninguém é dono do saber. Não é porque alguém tem bons estudos que será o dono da verdade. Cuidado. Há pessoas autodidatas que são enciclopédias ambulantes. Não se arvore em falar, não discuta nem filosofe quando não tiver indubitável domínio do assunto. E se tiver, aí sim, fale com segurança, desenvoltura, cite nomes, datas, dê exemplos e desça aos detalhes. Mas, atenção, faça isso sem empáfia[1], com a humildade de um sábio.

 

Semântica[2]. Esteja “logado” no assunto discorrido. Expressar frases que possam ser interpretadas fora do contexto, que transmitam ofensa, que tenham duplo sentido ou mesmo que não cumpra seu papel de informar e esclarecer, é um risco quando se “está por fora” ou não se domina o português. Pior ainda é arvorar-se a falar outro idioma, fazendo junção de palavras cujo sentido final ficará deturpado.

 

Prepare-se antes para ouvido. Paralelamente, não se esqueça que livros, revistas, jornais, apostilas, internet são materiais grandiosos à sua disposição aprimorar-se em temas que motivam a vida e uma profissão melhor. Ressalte-se que, quem não tem aptidão para ler, que aptidão terá para discutir temas sensíveis e polêmicos, ainda mais com um superior? Certamente será reprovado no ato.

 

Entenda que você pode não fechar contratos ou ter desistências de tratativas se falar errado na hora certa ou se falar certo na hora errada... Logo, falar com propriedade, mostrar eloquência, se possível citando artigos, autores, etc, é abrir as portas para ter receptividade dos pensamentos e boa avaliação. Lembre-se, seu superior está lá por uma razão óbvia: ele sabe mais que você. Por conseguinte, você terá de conhecer bem o assunto para desenvolver ideias conjuntas e os trabalhos fluírem positivamente.

 

Inácio Dantas

Do livro “Lições para o Autoaperfeiçoamento Profissional” – Acesse: www.agbook.com.br

 

 

 

 

 

[1]“É necessário fazer outras perguntas, ir atrás das indagações que produzem o novo saber, observar com outros olhares através da história pessoal e coletiva, evitando a empáfia daqueles e daquelas que supõem já estar de posse do conhecimento e da certeza” (Prof. Mario Sergio Cortella)

[2]Semântica "1.Estudo sincrônico ou diacrônico da significação como parte dos sistemas das línguas naturais. 2.Num sistema linguístico, o componente do sentido das palavras e da interpretação das sentenças e dos enunciados."

 

 
 

 

 

 
 
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