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Trabalhar sozinho é uma opção; em equipe uma necessidade. Algumas considerações.
  Data/Hora: 8.set.2020 - 15h 29 - Colunista: Inácio Dantas  
 
 
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Por Inácio Dantas,

 

Uma equipe[1], para ser grande, cada componente sê inteiro, completo. Inteligência, músculos, ação. Põe, cada qual, a vida pelo mesmo objetivo: o sucesso!

 

Trabalhar em equipe. Se é importante um profissional trabalhar bem individualmente, é ainda mais importante trabalhar bem em equipe. Nesse tipo de trabalho, previamente planejado, cada qual sabe o que o outro está fazendo e o engajamento é sincronizado objetivando a perfeita conclusão da obra. Integrar-se num ambiente de trabalho, participar, ser um dente na engrenagem da roda que faz a empresa girar e produzir, é fundamental para estabilizar-se e realizar-se profissionalmente. Não ter senso de equipe, faltar deliberadamente, omitir-se, são práticas que sobrecarregam os colegas e travam a produção. Considerando o atual mercado altamente concorrido, são práticas que aumentam custos e ao final alija o profissional da equipe e da corporação. É prática a ser abolida, pois hoje a ideia do individualismo foi sepultada; as corporações querem formar equipes ágeis, competitivas, vitoriosas, com objetivos claramente definidos. Exemplos de um bom trabalho em equipe:

 

-Embora entre pessoas heterogêneas, o profissional se integra de forma homogênea: pessoas diferentes trabalhando de forma igual. Todos participam, sem vaidades, rivalidades, tensão ou estrelismos;

 

-“A vitória é uma realidade”. Com esse pensamento, todos trabalham e produzem de forma compartilhada. Ninguém trabalha pensando no “eu”, e sim no “nós”. A visão é a solidariedade, “tabelar com o outro” e “ganhar com outro”;

 

-Há uma mescla de inteligências, experiências e união de diferentes forças. Não há relação opositora. Todos navegam “no mesmo barco” e remar é preciso;

 

-Compatibilizar o tempo, custos e produção. A meta é obter a produção plena, o lucro, a capacitação e valoração da equipe e a própria sustentabilidade na empresa;

 

-Pôr as ideias, talento, habilidade, força física, conhecimento, confiança mútua e experiência para consecução dos objetivos traçados;

 

-Dividir-se nas tarefas para multiplicar resultados. O pensamento em equipe deve ser “se nós vencemos, logo, eu venci”;

 

-Planejamento prévio, diálogo sincero, sugestões, camaradagem etc, são ações comungadas por todos os membros da equipe;

-As críticas, quando justas e necessárias, devem ser direcionadas à equipe, não à pessoa;

 

-Num trabalho bem coordenado e afinado, a soma 2+2 = 5, ou seja, há sempre um spread adicional de lucro; o sucesso de um é o sucesso de todos.

 

-O economista Adam Smith[2] previu, no seu livro  “A Riqueza das Nações” (1776), que cada ser humano necessita de sete pessoas para fazer o ciclo do seu trabalho e de vida. E, a “divisão do trabalho”, iria ser determinante para o enriquecimento das pessoas e o progresso da economia/nações. (Ex. Hoje a medicina se especializou em cada tipo de doença. É o oncologista, neurologista, etc...)

 

Há profissões humildes, repetitivas e sem nenhum glamour. Mas, as grandes obras da humanidade seriam impossíveis sem o compartilhamento da mão-de-obra pelas equipes de trabalho. Por isso, um profissional que se prepara para vencer não deve unicamente ver o mundo pela ótica da cadeia produtiva. Deve ver olhando no entorno e vendo colegas dividirem com ele o processo de produção. Há que abandonar a ideia do singular, do “eu faço”, e pensar no coletivo “a equipe faz”. Aí, sim, verdadeiramente, ele dará um passo grandioso na sua carreira e na sua vida.

 

Inácio Dantas

Do livro “Lições para o Autoaperfeiçoamento Profissional”

(adquira em www.agbook.com.br ou www.amazon.com.br)

 

[1]Dentre os princípios gerais da Administração para Jules Henri Fayol (1841-1925), um delas aborda: “ Espírito de equipe – união e harmonia entre as pessoas.”

[2]Adam Smith, (1723-1790), Escócia. – Ainda, para Henri Fayol, dentre os princípios gerais da Administração ele aborda a “ Divisão do trabalho – consiste na especialização das tarefas e das pessoas para aumentar a eficiência.”

 
 

 

 

 
 
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