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Operação cumpre 58 mandados de busca contra suspeitos de fraudes em licitações nos municípios da região
  Data/Hora: 15.jul.2021 - 14h 35 - Categoria: São Miguel do Iguaçu  
 
 
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Da Redação com informações do G1 – globo.com - Foto: G1 Paraná - Uma Mega Operação da Polícia Civil do Paraná, envolvendo cerca de 120 policiais, cumpriu 58 mandatos e apreenderam celulares, computadores e documentos na manhã desta quinta-feira (15), nos municípios da região. 

 

Os mandados de busca e apreensão foram contra suspeitos de envolvimento em fraudes em licitações no fornecimento de peças de reposição para máquinas pesadas em municípios da região.

 

Segundo informações do G-1, colhidas junto a Polícia Civil, “os suspeitos usavam empresas de fachada para fraudar o fornecimento de peças de reposição de máquinas pesadas. Mandatos foram cumpridos em 21 municípios do oeste e sudoeste”

 

Os mandados foram cumpridos em Alto Piquiri, Goioerê, Juranda, Anahy, Braganey, Campo Bonito, Cascavel, Quatro Pontes, São José das Palmeiras, Ouro Verde, São Pedro do Iguaçu, São Miguel do Iguaçu, Santa Lúcia, Capitão Leônidas Marques, Capanema, Realeza, Catanduvas, Três Barras do Paraná e Rio Bonito do Iguaçu.

 

Vale ressaltar que esse trabalho de investigação da Polícia Civil, iniciou em 2017 e os contratos licitatórios são referentes a 2017, 2018 e 2019. Os alvos são suspeitos dos crimes de corrupção ativa e passiva, além de organização criminosa. Em São Miguel do Iguaçu, os agentes estiveram na Prefeitura Municipal e levaram apenas alguns documentos relacionados aos respectivos pregões em investigação.

 

O que se sabe, não oficialmente é que, as equipes andaram visitando alguns endereços na cidade. “Os suspeitos usavam empresas de fachada com funcionários laranja para fornecer peças antigas como se fossem novas, superfaturar preços e receber por serviços não prestados”.

 

 

“As investigações apontam que os esquemas contavam com a participação de 39 servidores públicos e agentes políticos. Os mandados foram cumpridos em prefeituras, empresas e na casa dos suspeitos”.

 

 

Segundo a delegada Rita de Cássia Lira, "Essa empresa recebeu dessas prefeituras em torno de R$ 2 milhões. Desses R$ 2 milhões, em torno de 30% há indicação de foi pago como propina".

 

Segundo ela, "em alguns municípios simplesmente houve o pagamento da vantagem indevida, para facilitar a entrada daquela empresa no município. Em outros municípios nós temos outros tipos de fraudes, como a entrega de peças vendidas como novas, mas sendo remanufaturadas. Em outros municípios a gente tem serviços como se fossem executados, mas foram pagos e não foram executados. Então, cada município a depender a especificidade existe um tipo de fraude".

 
 

 

 

 
 
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