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Conselho de Habitação apresenta novos membros e levantamento de famílias em áreas de risco
  Data/Hora: 11.ago.2021 - 4h 41 - Colunista: João Maria  
 
 
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Da redação c/ fotos e informações da Assessoria de Imprensa - Gov Mun - "Precisamos realizar a realocação das famílias e ao mesmo tempo a recuperação ambiental das áreas degradadas pela ocupação desordenada, bem como outras ações de cunho social, com o objetivo de garantir a melhoria da qualidade de vida das famílias”, destaca, Alcará.

 

Uma passada ontem no site da prefeitura, me chamou a atenção uma matéria divulgada pela Assessoria de Imprensa sobre a reunião realizada na última sexta-feira (06), na sala de reuniões da prefeitura, onde o Conselho Gestor do Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social de São Miguel do Iguaçu apresentou o levantamento feito com as famílias que moram nas áreas de risco do município.

 

Esse termo, área de risco, na verdade – deveria ser denominado área de abundância e fertilidade, tendo em vista que por ali passam uma das principais artérias que sustentam a humanidade – os nossos rios – que pasmem, estão morrendo devido a ação nociva e destrutiva do bicho homem.

 

Na oportunidade foram apresentados os novos membros do conselho que foram nomeados no mês de julho pelo prefeito Motta, tendo como presidente o secretário municipal de Assuntos Comunitários, Alexandro Alcará.

 

Nesta primeira reunião foi apresentado o resultado do levantamento das famílias que moram nessas áreas de risco, bem como um perfil das mesmas, a taxa de desempregados e a faixa da renda familiar. “A maioria com renda inferior a dois salários mínimos e uma parte com renda abaixo de meio salário mínimo”.

 

Segundo informações do Secretário Municipal de Assuntos Comunitário, Alexandre Alcará, apresentou-se nessa reunião uma proposta para a criação de um Programa de Habitação para ser executado com recursos próprios do município. “O programa ainda está em fase de projeto, precisando ser concluído antes de ser enviado para votação no Legislativo Municipal”.

 

No seu ponto de vista, o problema de habitação precisa ser enfrentado de forma articulada com as políticas urbanas envolvendo o desenvolvimento fundiário, o saneamento e o meio ambiente. “Precisamos realizar a realocação das famílias e ao mesmo tempo a recuperação ambiental das áreas degradadas pela ocupação desordenada, bem como outras ações de cunho social, com o objetivo de garantir a melhoria da qualidade de vida das famílias”, destaca, Alcará.

 

Importantíssimo esse trabalho, pois nele está envolvido não só a vida e a dignidade dessas Famílias que ali residem, como também, a responsabilidade da comunidade como um todo, tendo em vista que esses locais (áreas de risco) deveriam receber o mesmo tratamento que damos a nossa casa, ao nosso quarto, a sala de visitas onde vivemos e recebemos as pessoas que amamos e devemos ter por elas o maior cuidado.

 

Estamos falando de um dos lugares mais importantes da Mãe Natureza..., estamos falando dos nossos rios, fonte de vida, fonte de energia que nos dá a água, sem a qual não existe vida.

 

Esse é um trabalho tão importante que este Conselho Gestor do Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social, deveria se reunir permanentemente até que se chegue a um denominador comum. Não conheço todos os membros deste Conselho, mas seria importantíssimo se nele estivessem representantes de todos os seguimentos sociais, entre os quais, engenheiros, arquitetos, e principalmente, membros da Promotoria, do Poder Judiciário e do Legislativo Municipal.  

 

Esse assunto é muito mais sério do que se imagina. O problema dos nossos Rios é para ontem. As notícias que temos vindo da Comunidade Cientifica nos mostra que – se não agirmos com urgência urgentíssima, a vida na Terra em poucos anos poderá ficar insuportável de vido a falta d’água e o aquecimento global.

 

Não podemos esquecer que “parte da secura, do déficit dos rios está ocorrendo porque além de estar chovendo menos, o consumo por parte da população segue aumentando. Tanto para dessedentação humana quanto para a criação de animais, abastecimento das indústrias, irrigação etc.”

 

Importantíssimo esse levantamento, afinal – “o Planejamento Urbano tem como objetivo desenvolver e antecipar as necessidades das cidades, identificando as questões mais urgentes e assegurando que as medidas necessárias não tomem direcionamentos errados”.

 

Voltamos a esse assunto em breve, mostrando causas e consequências de uma política fundiária urbana sem planejamento, com desrespeito ao Meio Ambiente e a vida de todos nós.

 
 

 

 

 
 
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