Banner jessica de jesus

 
 
   Categorias
  ATLETISMO
  Banco do Brasil
  Brasil
  Educação
  Ego Famosos
  ENTREVISTAS
  Esporte
  Eventos
  Falando Sério
  Familias
  Foz do Iguaçu
  Geral
  Itaipu Binacional
  Lindeiros
  Moda
  Mundo
  Oeste
  Opinião do Leitor
  Policiais
  Politica
  Santa Terezinha de Itaipu
  São Miguel do Iguaçu
  SICOOB
  SINSMI
  Sociais
  Virtudes e valores
 
     
   Colunistas
Bruno Peron
Cultura
Inácio Dantas
João Maria
Miss Paraná
 
   
 
   Previsão
 
 

 
 
 
Envie por email
 
Quem é o ativista da extrema direita que matou 11 neste sábado na Sinagoga dos EUA?
  Data/Hora: 28.out.2018 - 4h 19 - Categoria: Mundo  
 
 
clique para ampliar
Fonte: Tribuna da Imprensa via Observador)  - Duas horas antes de irromper na sinagoga “Tree of Life”, nos arredores da cidade americana de Pittsburgh, Robert Bowers (foto) escreveu numa rede social: “Que se lixe o vosso ponto de vista, vou avançar”.
 
 
Anunciou sem deixar antever o que se seguia. Bowers, 46 anos, terá recorrido a várias pistolas e a uma metralhadora semiautomática, uma AR-15 (a mais comum nos atentados que se registam nos EUA), para abrir fogo contra as cerca de 50 pessoas que ali se encontravam num batizado. Mesmo quando a polícia chegou, respondeu ao tiro e só se rendeu já depois de ferido.
 
Quem é o homem que este sábado provocou, pelo menos, onze mortos?
 
 
Relatos de testemunhas descrevem que Robert — um indivíduo alto, entroncado e de barba — teria gritado: “Todos os judeus devem morrer!” antes de carregar no gatilho pela primeira vez. A exclamação revela muito daquilo que é a sua visão do mundo.
 
Citações como “Os judeus são os filhos de Satanás” ou “Diversidade é a perseguição do homem branco” fazem parte de um sem fim de tiradas antisemitas e xenófobas que o presumível autor do tiroteio escrevia com regularidade na sua página pessoal na Gab, uma rede social que se assume como tendo mais liberdade de expressão que o Twitter e o Facebook, por exemplo.
 
Na fotografia que tem como fundo do seu perfil, por exemplo, é possível ver-se um manómetro com o número “1488”, uma referência à nomenclatura “secreta” de grupos supremacistas brancos. Bowers não está filiado em nenhum partido político e já afirmou várias vezes — via rede social, também — que não concorda com o presidente Donald Trump.
 
Apesar de “no início” ainda se rever no pensamento político do atual Presidente dos EUA, o facto de este ter permitido a entrada de refugiados judeus e de ter membros desta religião no seu Governo afastaram-no desse caminho. “Para que fique claro: Eu não votei nele [Trump] e nunca usei ou sequer toquei num boné MAGA [“Make America Great Again”]”, lê-se numa publicação.
 
Olhando para todo o conteúdo da página de Bowers no Gab — esta empresa rapidamente emitiu um comunicado sobre o tiroteio onde se pode ler que “a Gab tomou medidas rápidas e proativas ao contactar imediatamente as autoridades [assim que detetou o último post de Bowers]” e que fizeram “imediatamente” uma série de backups com todos os dados de utilização da sua página, que logo a seguir foi suspensa” –, por exemplo, não há grandes dúvidas quanto ao as motivações que levaram Robert Bowers a matar 11 inocentes e a estar na origem daquilo a que muitos já classificam como o maior ato de agressão direcionado a judeus a acontecer nos EUA. (fonte: Observador)
 
     
Deixe seu comentário!
 
 
 
Cerâmica Zanoni
Rose Bueno Acessórios
Banner pedrão
Auditoria da Dívida Publica
Bassani
banner vende capeletti
banner vende apartamento II
Otica PetriU
Transmorgan