Fotos: arquivo da Diretoria do Celeopa: O Teatro Municipal Sefrin Filho de Cascavel, viveu no dia de ontem (15), um dia histórico. Em pleno domingo, um seleto público formado por autoridades civis, religiosas e literárias, muitos acompanhados de seus familiares, deixaram o conforto dos seus lares para prestigiar a Sessão Solene de Diplomação dos Acadêmicos do Celeopa – Centro de Letras do Oeste do Paraná.
Um cerimonial simples e até mesmo com improvisos - mas com uma pauta rica e extensa, apresentado com energia, vigor e o entusiasmo da acadêmica Janete Ferraz, que nos lembrou a importância fundamental de eventos desta natureza, não só para a cultura literária do Oeste do Paraná, mas do Brasil e do mundo. “Estamos fazendo a nossa parte em prol da disseminação de um conhecimento que liberta e que está a favor de uma cultura educacional perene e necessária à vida, inclusive à vida social”.
Com a sua costumeira altivez e simplicidade, o presidente José Garcia de Souza, fundador e idealizador deste conceituado Centro de Letras, saudou o público presente ressaltando o seu orgulho e satisfação em ver o Celeopa, realizando um evento desta magnitude e importância. “Agradeço a Deus, meus familiares e a todos, citando nosso confrade Antonio Ruiz Marques, decano do Celeopa, que neste fará 90 anos, como exemplo a ser seguido, de pessoa entusiasta”.
Entre os oradores, representando as autoridades eclesiásticas o Reverendo Luiz Carlos Jabas, da Igreja Anglicana e dom José Mário Scalon Angonese, Arcebispo da Arquidiocesse de Cascavel, estiveram abençoando o evento e incentivando os seus membros a continuarem desenvolvendo trabalhos desta natureza que visam o bem da humanidade.
A importância de um pequeno gesto
Com perspicácia e elevado discernimento, dom José Mário lembrou que, independentemente de posse, cor ou condição social todos podem de uma forma ou outra contribuir pela melhora das condições de vida do coletivo social citando a celébre frase dita por Kennedy: "não pergunte o que seu país pode fazer por você, pergunte o que você pode fazer por seu país", ressaltando importância do bem coletivo, a doação e o amor ao próximo, contando e ilustrando a sua oratória com a história daquela Menina Pobre que ia para escola suja e mal vestida e um pequeno gesto do seu Professor, mudou a sua vida e a comunidade em seu entorno.
Dialogando com o público presente, narrou que o professor comovido com a situação daquela Menina, resolveu presenteá-la com um vestido novo, exigindo que todos os dias ela chegasse mais cedo na escola e antes de entrar na sala de aula, tomasse banho, penteasse os cabelos e colocasse roupa limpa. Seu pai, vendo a filha vindo para casa bem vestida, linda e maravilhosa, achou que ela não poderia continuar vivendo dentro daquela casa mal arrumada e desajeitada. E resolveu então, buscar ajuda e unir esforços para arrumar a casa, dando-lhe uma nova pintura, limpando a frente, arrumando o quintal, plantando flores e melhorando o ambiente ao seu entorno.
Moral da história. Os vizinhos encantados com aquele novo visual, resolveram fazer o mesmo. O belo exemplo se espalhou pelas demais casas da vila atingindo toda a comunidades. Dom José, concluiu dizendo que "essa história nos mostra o que um pequeno gesto pode se transformar em elementos fundamentais e essenciais para construção de relacionamentos sólidos de confiança, em melhoria no ambiente de trabalho, no fortalecimento de vínculos afetivos, qualidade de vida, gerando impactos emocionais e sociais praticamente sem custo algum", emocionando o público presente.
Outros pontos a destacar foram as palestras. O doutor Luiz Henrique Sormani Barbugiani, doutor em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), Pós-doutor, Procurador da Coordenadoria de Estudos Jurídicos da Procuradoria-Geral do Estado do Paraná, confrade e fundador da cadeira número 13 e vice-presidente do Celeopa, dissertou sobre Inteligência Artificial.
Mesmo com um tempo resumidíssimo, Luiz Henrique, lembrou que a Inteligência Artificial (IA), é uma tecnologia que a exemplo de tantas outras como o whatsapp – e-mail – “é uma tecnologia mais avançada que simula a capacidade humana de aprender, analisar, dados e tomar decisões”.
No seu ponto de vista, "desde o lançamento, a inteligência artificial se popularizou e expandiu-se e tem se tornado essencial para otimizar processos e aumentar a eficiência em diversos setores, mas que, precisamos estar atento para o seu uso. Com inúmeros exemplos ilustrou a sua oratória com riqueza de detalhes, deixando claro que nada substitui de fato a inteligência humana", encantando o público.
Vindo de João Pessoa, capital da Paraíba, Saad Zogheib Sobrinho, educador, formado em direito, membro do Movimento dos Focolares, com extensa e produtiva vida profissional, com uma série de livros publicados. Mesmo aposentado, tem contribuído significativamente na Fazenda da Esperança, comunidade terapêutica católica, que trabalha na recuperação de dependentes químicos. É também confrade, fundador da cadeira de número 20 do Celeopa, palestrou sobre Sociedade Contemporânea.
Saad, dissertou sobre o nosso modelo atual – que se caracteriza-se por rápidas transformações, marcadas pela velocidade da informação nas redes sociais, diversidade cultural e desafios como desigualdade e sustentabilidade. “Temos que valorizar cada vez mais eventos desta natureza que incentiva a cultura, uma boa leitura, a busca pelo conhecimento que por si só já é libertador. Estamos aqui reunidos num clima de confraternização e alegria – mas, não podemos esquecer que o mundo lá fora está fora de controle, como um furação preste a eclodir devido a falta de empatia, pelo excesso de ódio, pela falta de amor no coração, justamente pela falta de uma boa leitura, uma boa educação”, disse ele, para logo em seguida contar com extrema alegria algo que lhe aconteceu no dia anterior, no caminho enquanto se dirigia ao barbeiro para aparar a barba e cortar o cabelo.
Estava ao meu lado a amiga e escritora Cleuza, quando olho para o chão e vejo uma plantinha se espremendo por uma fresta da calçada. Mesmo enfrentando aquelas condições adversas, o sol quente, altas temperaturas, estava ali verde e cheia de vida. “Na hora me lembrei da visão e do espírito humanitário dos escritores e escritoras numa poesia que falava justamente desta garra, desta luta contra as adversidades – e que tinha sido escrito em forma de poesia, justamente pela poeta e escritora Cleuza que estava ao meu lado", disse ele.
“Quisera ser resistente
como essa mera plantinha,
que apesar do sol ardente
se mantém sempre verdinha”.
Vários outros oradores fizeram uso da palavra, ressaltando e enaltecendo o trabalho que todos os membros, em especial a Diretoria do Celeopa vem realizando. Mas, impossível não destacar o discurso de Antonio Ruiz Marques, confrade e decano, com mais de 30livros publicados. Aos 91 anos de idade, está lúcido e com um dinamismo de fazer inveja para a nossa juventude.
Da Academia de Letras de Toledo, foi padrinho de José Garcia que, segundo ele, foi de grande valor e reconhecimento ímpar. “José Garcia é pensador insaciável. Eu fui padrinho dele na Academia de Toledo e ele é meu padrinho aqui no Celeopa. Nos respeitamos e nos alegramos em partilhar o digno trabalho no sentido das letras. Meu respeito por esse senhor é dado a sua coragem e o seu dinamismo dando enfrentamento ao primeiro passo na abertura desta Admirável Academia, que leva o nome de CELEOPA. Não resta dúvida que até agora empurrou vagão de ferro praticamente sozinho, com seus próprios ombros, para chegar até aqui e colocar a CELEOPA pronta e perfeita nos trilhos dignos de crescimento e admiração”, reconhece Antonio Ruiz.
Abrilhantando a parte cultural, tivemos a belíssima apresenção com a violeira e cantora Fabiana Bernine e seu pai, o confrade Antonio Bernine; HC Dr. Relson Arian Mariano, Cavaleiro presidente da Academia se Medalhistica Civico Militar do Brasil. Ele toca 10 instrumentos, é professor de Musica e maestro do exército brasileiro.uma belíssima apresentação de Arpa; a declamação de uma poesia pela nossa escritora, acadêmica do CELEOPA, Nelci Peripolli - SEMEANDO PALAVRAS, ou PALAVRAS QUE VOAM, que bem reflete o lema do CELEOPA - "O Conhecimento Liberta" - confira:
Voar no saber, voando ao saber...
A gramática é apenas um sussurro, importa menos,
o que importa mais é a força que as palavras têm,
palavras têm movimento, tem peso e tem calor!
As palavras pulsam e nos impulsionam
a alçar voos a novos conhecimentos,
em busca de sabedoria, de novas percepções
para transformá-los em prosa ...ou poesia!
Escrever tem a ver com semear...
Quando abrimos um livro,
temos nas mãos um pássaro
prestes a voar,
pronto para ruflar as asas até às alturas
e de lá soltar as sementes
que, em solo fecundo, podem brotar
do mesmo modo que a palavra fecunda o saber
daquele que está aberto a recebê-la.
Mas, se a semente cair em solo árido, pode atrofiar
como a palavra desperdiçada
por aquele que não aprendeu a pensar...
Para voarmos nas asas do saber
— planando em liberdade —
precisamos viver as palavras,
refletir sobre elas, acolher com sensibilidade!
Pois, só o pensar nos apropria do que lemos,
transforma o pensamento,
cria o inimaginável,
aprofunda o conhecimento!
O pensar é que pode mudar histórias,
provocando novas posturas,
moldando trajetórias, editando aventuras!
Depois...
quando fechamos o livro,
continuamos o voo em rota contínua,
pois um livro não termina na última página,
continua a nos transformar ao longo da vida...
Por perigosa que seja essa aventura,
em voos baixos ou nas alturas,
na literatura, as sequelas, sem cura,
não serão outras, senão o conhecimento,
a liberdade e a cultura!
A Reflexão Espiritual
Para essa Cerimônia de Diplomação, fui convidado pelo presidente José Garcia para fazer uma Reflexão Espiritual. E aqui, ocorreu algo meio que inexplicável, ou no mínimo estranho. Eu tenho como hábito, sempre que vou escrever alguma coisa com mais profundidade, relaxar, meditar, fazer uma oração, silenciar a mente e procurar ouvir no silêncio profundo, as batidas do coração.
O convite foi feito no mês de novembro do ano passado – e sempre que eu sentava para escrever fazendo todo o ritual, eu ouvia uma espécie de sussurro dizendo: seja espontâneo, fale de algo que você já vivenciou – as palavras tem vida. E nada de sair um texto. Até que nos últimos dias, resolvi deixar o ritual de lado e escrever um texto para apresentar.
Escrevi, li e reli, imprimi, encadernei, ensaiei várias vezes – e no momento de apresentá-lo – eis que começo a falar, olhando para as pessoas com uma certa naturalidade, sem ler nenhuma das páginas previamente preparadas. Quando dei por conta, o tempo já estava esgotado – e pelo visto, o público tinha gostado do que falei.
Como prometido, no final, estou postando neste espaço o que redigi – e quem esteve lá que tire as suas conclusões. Veja na íntegra o que eu tinha preparado. Sobre o que eu falei, vai ficar para uma próxima matéria, onde pretendo incluir junto um script de trabalho que há tempo venho trabalhando, cujo objetivo, se possível, leva-lo a nível nacional para os alunos do Ensino Médio, para ser trabalhado como redação, com o sugestivo título: “VAMOS COMBATER A VIOLÊNCIA COM INTELIGÊNCIA, PREGANDO A CULTURA DA PAZ”.
Veja a íntegra do que era para ser apresentado e na última hora foi desprogramado:
“Senhoras e Senhores,
Ao cumprimentar o presidente José Garcia, cumprimento as demais autoridades já nominadas.
Um agradecimento especial aos demais membros que fazem parte deste conceituado Centro de Letras do Oeste do Paraná, do qual sinto-me extremamente honrado em fazer parte.

I – FUNDADORES com as suas respectivas cadeiras.
1 José Garcia de Souza - 2 Antonio Roberto Bernine - 3 Antonio Ruiz Marques – 4 Maria Terezinha Neves Vieira - 5 Cleuza Maria de Carvalho Souza - 6 Davi Pereira - 7 Edson Rosa de Souza - 8 Helga Ivoní Viezzer - 9 Janete Aparecida Ferraça - 10 João Maria Teixeira da Silva - 11 Lourdes Vivian Alexius - 12 Luiz Altair Sackser - 13 Luiz Henrique Sormani Barbugiani - 14 Luiz Vieira - 15 Marilza Ribeiro - 16 Nelci Peripolli - 17 Nelsi Kistemacher Welter 18 Rosmere Adriana Vivian - 19 Saad Zogheib Sobrinho - 20 Sebastião Dias dos Santos - 21 Valdir Antonio Riboldi
II – NOVOS ACADÊMICOS com suas respectivas cadeiras
22 Ademir Jesus da Veiga Cascavel - 23 Cleusa Piovesan - 24 Edison Emídio dos Reis - 25 Josiane Aparecida Santos - 26 Jussara Teresinha Henn - 27 Luís Alberto Batista Peres - 28 Nelci Teresinha Lucas Vera - 29 Roseli Norato Corso - 30 Terezinha Maria Feuser - 31 Vander Piaia - 32 William Jaques Pereira Santiago
Um beijo grande no coração dos meus amigos e familiares que se deslocaram até aqui para prestigiar este evento.
Acreditem! Se não me falha a memória, foi em novembro do ano passado que o presidente Garcia, me convidou para fazer essa Reflexão Espiritual. No dia seguinte, sentei para redigir alguma coisa para apresentar hoje aqui.

Acreditem! Tenho como hábito, sempre que vou redigir alguma coisa – procuro meditar, silenciar a mente, fazer uma oração, pedir por inspiração. Em todas as vezes eu ouvia uma espécie de sussurro que no silêncio profundo, me dizia: – seja espontâneo – as palavras tem vida – fale de algo que você já vivenciou.
Além do meu trabalho diário, onde administro uma Revista Online que é o meu meio de sobrevivência – uma das coisas que me mantém conectado com esses seres de Luz que diariamente buscam o CONHECIMENTO – tem sido um hábito extremamente saudável, diário e permanente – de segunda a segunda, faça chuva ou faça sol – ACORDO por volta das quatro horas da manhã – faço uma oração agradecendo e me INSPIRANDO NO NOVO DIA, escrevo a mão pelo menos uma página - PARA DEPOIS ir para o computador escrever, diagramar e postar matérias.
Conto isso para dizer que as palavras realmente TÊM VIDA. E VIDA abundante como nos ensina o Mestre. No meu livro, O SONHO Dialogando com os Sábios e o Encontro com o Mestre dos Mestres, por exemplo, nasceu desse hábito maravilhoso.
Eu me lembro como se fosse hoje. O dia que resolvi escrever o primeiro ACRÓSTICO, com o nome do Mestre – Jesus Cristo. Acreditem! Foi como seu eu estivesse vendo a imagem na parede e a única coisa que tinha a fazer era descrever o que já estava ali, ao vivo e a cores na minha frente.
A emoção que senti com aquela inspiração foi tanta, que o meu coração parecia explodir de alegria e felicidade. Na hora eu resolvi fazer 12 ACRÓSTICO com o nome do Mestre em homenagem aos seus 12 APÓSTOLOS. Com a maior facilidade – um após o outro – um mais lindo do que o outro, com conteúdo, meio e fim - estavam ali, na minha frente.

Meus familiares prestigiando o evendo - O empresário cascavelente e meu sobrinho Márcio e sua esposa Lu, Meus netos Joaquim e Amanda, minha filha Tita e o meu genro Dani; meu filho Fábio - faltou a Rose sua esposa na foto - mas estava lá. - Na foto abaixo, os nossos amigos Gilmar e sua esposa Divani.
Em seguida, algo impulsivo me dizia: aumente, siga em frente – então, resolvi fazer 33 – em homenagem aos 33 anos de Cristo. A facilidade e a felicidade aumentavam com uma rapidez inacreditável.
O próximo passo foi fazer 365 ACRÓSTICO com o nome do Mestre – e quem quiser conhecê-los – é só visitar a página do nosso site – www.jornalofarol.com.br – e verificar na minha coluna que estão todos lá junto com dezenas de outros artigos e matérias.
Dito isto, agora volto meus olhos e a minha consciência para AGRADECER a todos vocês escritores e escritoras que mantêm vossas mentes e corações voltados para essa dimensão mais elevada que a convivência com os livros nos proporciona.
Os Grandes Mestres da literatura universal, cuja criatividade e profundidade de suas obras nos servem de escada para escalar as montanhas das dificuldades diárias, e através dos seus Ensinamentos poder visualizar e contemplar a Luz da Sabedoria, são unânimes em afirmar nos seus clássicos que serve de referência para todos nós - , que os seus textos foram inspirados por essa Consciência Cósmica Universal, que é, ou tem acesso ao Poder de Deus.
O Mestre estava certíssimo quando disse: “O Reino de Deus, está dentro de você”. “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida”. Para sentirmos coletivamente, uma pitada do que isso SIGNIFICA, nesse momento, eu os convido para olharmos para dentro, silenciar a mente e procurar ouvir as batidas do coração.
Por esse momento EXTREMAMENTE difícil por que passa a HUMANIDADE, vamos fechar os olhos e fazermos um MINUTO DE SILÊNCIO e mentalmente pedir SAÚDE, PAZ E FELICIDADE PARA TODA A HUMANIDADE.
Para reforçar a força do Verbo, a importância da palavra, a importância dos nossos pensamentos, relembro uma das passagens do Mestre – quando ainda estava entre nós na região da Palestina, perto de Betânia – o seu encontro com a Figueira.
Estava com fome e procurava figo fora da época para comer. Quando não encontrou nenhum – olhou para a árvore e disse: “Que ninguém volte a comer do seu fruto”, para espanto de Pedro que estava ao seu lado.
No outro dia, a árvore tinha muchado até as raízes. É bom lembrar que isso aconteceu numa época, em que o próprio Mestre, ainda não tinha a total compreensão dos seus poderes mentais. Mesmo assim, mais tarde usou desse episódio para explicar aos seus discípulos sobre a força do pensamento, a força do nosso poder mental que temos sobre todos os seres vivos, lembrando:
“Lembrem-se a todo momento que você estará sintonizando aquilo em que PENSAR”. “Seus pensamentos são raios de luz fazendo contato com o que você busca”.
“Lembre-se de que cada PENSAMENTO tem sua própria frequência vibratória na consciência. Acredite, saiba isso, porque isso é VERDADE”.
“Quanto mais espiritual é o pensamento, mais altas são as frequências vibratórias. As formas de Consciência expressas em palavras não são visíveis, mas são “específicas entidades do ser”. Elas têm a vida da consciência dentro delas.”
“São magnetizadas pelas “formas de consciência sementes”. “Semelhante atrai semelhante. Pense “cachorro” e visualize o que isso significa e seus pensamentos são sintonizados com a espécie canina. E não se surpreenda que logo ali na próxima esquina você se encontre latindo para si mesmo”.
Mas, se pensar sobre o bem da humanidade e elevar o seu pensamento para essa Consciência Cósmica Universal, que à chamamos de Deus, verá brotar um verdadeiro milagre primeiro dentro de você, em forma de paz, amor, saúde e felicidade, na Família, na comunidade e com o tempo, se esparramando para toda a HUMANIDADE.
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Para finalizar, cito aqui uma REFLEXÃO Do PROFESSOR Dartagnan da Silva Zanela DE FOZ DO IGUAÇU, QUE POSTEI ONTEM no site com o título SILENCIAR É PRECISO
“Na sociedade contemporânea, somos diariamente, de forma sorrateira, convidados a manifestar um punhado de opiniões a respeito dos mais variados assuntos. Na grande maioria das vezes, se não os desconhecemos por completo, temos apenas uma noção muito superficial a respeito deles; mesmo assim, somos instados a nos posicionar e, ao fim e ao acabo, nos manifestamos.
E o pior de tudo é que, em grande medida, nós opinamos de forma impensada, irrefletida, e acreditamos que nossos colóquios, com essa feição mal acabada, são dignos de respeito, apesar de não termos manifestado a reverência devida ao conhecimento da verdade dos fatos sobre os quais estamos opinando. Mas fazer isso — nos dedicar com afinco para conhecer algo —, “sacumé”, dá um trabalho danado; já falar pelos cotovelos, posando ter uma autoridade que não temos, é muito mais fácil e gostoso, não é mesmo?
Mas aí vem a pergunta que não quer calar: nós não deveríamos ter uma opinião crítica sobre tudo o que está acontecendo no mundo em que vivemos? Não é isso que se ensina em todos os cantos e que se propagandeia por todos os lados como sendo um traço distintivo de, como se diz, um "bom cidadão"? Pois é.
De minha parte, ouso discordar e, por isso, pergunto: o que seria mais importante, termos um punhado de opiniões infundadas e levianas que consideramos nossas, ou renunciar a elas em favor de uma verdade que, após ter sido conhecida por nós, humilhou-nos por revelar-nos o tamanho do nosso equívoco? A meu ver, esse é o ponto.
No fundo, raras são as pessoas que realmente almejam procurar a verdade sobre o que quer que seja. Na maioria das vezes, o que nós queremos é apenas e tão somente confirmar aquilo que nós, por várias razões, acreditamos que seja “a verdade”, mesmo que nunca tenhamos realmente nos esforçados para conhecer qualquer coisa com um mínimo de profundidade. E é justamente a respeito de assuntos onde o nosso conhecimento é sumamente superficial que nós nos ofendemos com mais facilidade e agressividade [depre]cívica.
Por isso, matutando cá com meus botões, imagino que, neste tempo quaresmal, uma obra penitencial que poderia ser praticada por todos nós seria um voto de abstinência em matéria de opinião. Isso mesmo! Ficarmos quarenta dias ou, por que não, o resto de nossas vidas sem opinar a respeito de assuntos cujo entendimento nos seja severamente limitado. Se fizermos isso, iremos perceber de forma cristalina que as “nossas opiniões”, na maioria das vezes, nunca foram nossas e que, na real, ao dar eco a elas, não estaríamos contribuindo com nada para coisa nenhuma; mas o nosso silêncio obsequioso, com toda certeza, poderá mudar significativamente a nossa forma de ver o mundo, os nossos semelhantes e a maneira como ordenamos as prioridades da nossa vida”, pontifica o Professor.
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Um beijo no coração de todos VOCÊS.