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  Legislativo Municipal: Em convocação especial vereadores decidem situação do ex-presidente da Câmara, Valdir da Silva  
  Publicado em 4 de Fevereiro de 2016  
 
   
 
 
 
Legislativo Municipal: Em convocação especial vereadores decidem situação do ex-presidente da Câmara, Valdir da Silva

(Foto: Daine/Rádio Costa Oeste) - Em sessão extra-ordinária realizada ontem (03), convocada pelo presidente Nilton Wernke por unanimidade os vereadores decidiram que o ex-presidente do Legislativo, vereador Valdir da Silva, não deve receber salário em quanto se encontrar preso.

 

Vale ressaltar que nesse período em que esteve preso desde o mês de julho de 2015, o Vereador em questão nunca recebeu salário - quem recebeu neste período foi o seu suplente, Egon Remor. Como venceu no último dia 04 de janeiro o seu pedido de licença, de lá para cá de acordo com a Legislação vicente, ele teria direito de receber o seu salário mesmo estando preso - motivo pelo qual foi convocada essa sessão)

 

Numa segunda votação, o presidente solicitou que através do voto, os vereadores decidissem sobre a convocação do suplente Egon Remor para assumir o lugar de Valdir da Silva, até que o mesmo consiga a sua liberdade, ou seja, declarada a sua perda de mandato por uma possível condenação.

 

Por seis votos a três, os vereadores decidiram pela não convocação do vereador Egon Remor. Votaram a favor da sua convocação os vereadores Nilton Wenck, Cleonice Maldaner e Raulique Farias – votaram contra, Elton Somavila, Edson Ferreira, Silvio Marcos Murbak, Inésio Civiero e Francisco Machado Motta.

 

Ao fazer uso da palavra a vereadora Cleonice Maldaner, como relatora da Comissão de Ética da Câmara, justificando o seu voto e o seu posicionamento sobre a situação do vereador Valdir da Silva, o popular Pitonho. Segundo ela, setores da imprensa e da população têm cobrado por parte do Legislativo a abertura de uma Comissão Processante para cassar o mandado do vereador, dizendo que estamos nos omitindo e prevaricando.  

 

“Até agora, nem o Gaeco, nem o Ministério Público e nem a Justiça nos passaram um documento se quer dizendo que o vereador é culpado de alguma coisa. Ele é apenas suspeito. E por força de Lei que está na própria Constituição, ninguém é considerado culpado sem que a sua condenação transite em julgado”, pontuou.  

 

Está certíssima a vereadora nesta questão – mas, ela e os demais membros daquela Casa, sabem que estão devendo e muito para a população. O que não falta é documentos comprovando que a moral, a ética e os bons costumes na maioria dos seus pares foram jogadas na lixeira desde o primeiro dia de funcionamento daquela Casa de Leis...

 
 

 

 

 
 
     
 

 
 
     
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