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  O caso do cão comunitário Orelha ganhou mais um capítulo grave e revoltante.  
  Publicado em 28 de Janeiro de 2026  
 
   
 
 
 
O caso do cão comunitário Orelha ganhou mais um capítulo grave e revoltante.

Delegado Matheus Laiola, via redes sociais,

A Polícia Civil reforçou a segurança para a chegada ao Brasil dos adolescentes investigados pela morte brutal do cachorro, após a viagem aos Estados Unidos. Uma medida que mostra o tamanho da indignação social diante desse crime.

 

As provas são de embrulhar o estômago. Orelha foi espancado até a morte. Não teve defesa, não teve chance de fugir, não teve escolha.

 

Por isso, fizemos hoje o pedido de internação provisória dos adolescentes, medida equivalente à privação de liberdade, pelo prazo máximo previsto em lei: 45 dias, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente. É pouco. É insuficiente diante da brutalidade. Mas é melhor do que nada. Melhor do que ver adolescentes investigados por tortura animal passeando na Disney, como dois deles fizeram.

 

Esses adolescentes precisam ser responsabilizados com rigor. Crueldade extrema exige resposta do Estado. Não podemos normalizar, relativizar ou esquecer o que fizeram com o Orelha.

Agora eu te pergunto: se você encontrasse esses jovens no aeroporto, o que diria para eles?

 
 

 

 

 
 
     
 

 
 
     
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