Por LeandroYameditor, via redes sociais,
Liberação dos arquivos de Epstein ressuscita caso de modelo mexicana desaparecida: era isso que ela tentava alertar?
Em 2009, uma jovem modelo mexicana de 21 anos chamada Gabriela Rico Jiménez foi filmada fora de um hotel em Monterrey... descalça, angustiada e gritando algo que ninguém nunca esqueceu: “Eles comeram humanos!”.
A cena chocou o mundo digital e viralizou imediatamente, desencadeando uma onda de teorias conspiratórias que ainda hoje circulam na deep web e nas timelines das redes sociais.
Segundo o vídeo antigo, Gabriela teria participado de um evento “elitista” e saiu concluindo que pessoas poderosas estavam envolvidas em algo macabro: rituais, sacrifício e até consumo de carne humana.
Ela implorou por liberdade, repetindo palavras que hoje soam como horror e lenda urbana ao mesmo tempo.
E então... ela sumiu. A polícia apareceu e a levou, acusando-a de colapso mental. E depois disso? Nada. Ninguém ouviu falar oficialmente de Gabriela novamente. Nenhum registro hospitalar público, nenhuma investigação transparente... apenas silêncio absoluto.
E então... ela sumiu. A polícia apareceu e a levou, acusando-a de colapso mental. E depois disso? Nada. Ninguém ouviu falar oficialmente de Gabriela novamente. Nenhum registro hospitalar público, nenhuma investigação transparente... apenas silêncio absoluto.
Isso virou combustível para teorias que falavam desde uma elite global até ocultação de algo mais sinistro.
Agora a internet voltou a fervilhar. Com a liberação de uma nova leva de documentos ligados ao caso de Jeffrey Epstein pelo
Departamento de Justiça dos EJA, internautas estão revestindo esse vídeo antigo com ainda mais especulação e relacionando a história de Gabriela a festas de poderosos e alegações grotescas de abuso e rituais em iates e mansões.