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Itaipulândia divulga resultado de monitoramento por ovitrampas
  Data/Hora: 19.out.2026 - 16h 47 - Categoria: Geral  
 
 
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Da Assessoria - A Administração Municipal de Itaipulândia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e da Vigilância Ambiental, divulgou os resultados do monitoramento de ovitrampas realizado nas Semanas Epidemiológicas 39 e 40 de 2026. O monitoramento segue abrangendo 100% das localidades do município, servindo como uma ferramenta essencial no mapeamento e controle do mosquito Aedes aegypti.

Na Semana Epidemiológica 39, foram instaladas 137 ovitrampas, que registraram a coleta de 840 ovos e um Índice de Positividade de Ovitrampas (IPO) de 22%. Durante esse período, os maiores índices de positividade concentraram-se no Centro (42%), em Jacutinga (50%), no Jardim Floresta (37%) e no Bairro Belo Horizonte (33%).

Já na Semana Epidemiológica 40, com o mesmo número de 137 armadilhas instaladas, houve uma retração nos indicadores gerais: o total de ovos coletados caiu para 335 e o IPO fechou em 13%. No entanto, algumas regiões continuam demandando atenção especial, com os maiores índices registrados no Centro (28%), no Jardim Floresta (25%), no Bairro Belo Horizonte (23%) e em Jacutinga (16%).

Mesmo com a oscilação para baixo na última semana monitorada, a Vigilância Ambiental reforça que os indicadores mantêm o alerta ligado para a presença ativa do vetor no município. O alerta é intensificado devido ao período de chuvas frequentes, o que exige atenção redobrada com a prevenção. As equipes seguem mobilizadas na realização de monitoramentos contínuos, visitas domiciliares e ações educativas para identificar e eliminar potenciais criadouros.


A população também pode ajudar

Os Agentes de Endemias reforçam a importância de a comunidade manter os cuidados preventivos dentro e fora das residências. Pequenas atitudes diárias evitam a proliferação do mosquito, tais como:

  • Manter as caixas-d'água perfeitamente tampadas;
  • Eliminar qualquer recipiente que possa acumular água parada;
  • Limpar regularmente as calhas do telhado;
  • Manter quintais organizados e livres de objetos inservíveis;
  • Higienizar com frequência os bebedouros dos animais de estimação;
  • Manter piscinas limpas e devidamente tratadas.

A participação ativa de cada morador é fundamental para reduzir a circulação do vírus e, consequentemente, barrar o risco de doenças como dengue, zika e chikungunya. O combate ao Aedes aegypti é uma responsabilidade compartilhada por todos.

 
 

 

 

 
 
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