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Foz do Iguaçu será um dos polos de segurança cibernética do Brasil
  Data/Hora: 4.mar.2015 - 16h 29 - Categoria: Foz do Iguaçu  
 
 
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O desenvolvimento de tecnologia nacional para a segurança cibernética passará por Itaipu. Nessa terça (3), a binacional, FPTI e o Exército inauguraram, no PTI, o Laboratório de Segurança Eletrônica, de Comunicações e Cibernética (LaSEC²).

 

Foto: Rubens Fraulini/Itaipu Binacional - Itaipu servirá como projeto-piloto para o desenvolvimento de tecnologias de defesa cibernética das estruturas estratégicas do País. As soluções serão criadas no Laboratório de Segurança Eletrônica, de Comunicações e Cibernética (LaSEC²), inaugurado nesta terça-feira (3), no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), por meio de um acordo de cooperação entre Itaipu, o Exército Brasileiro e a Fundação PTI.

“Trabalharemos como um case para fazer a proteção da Itaipu e, ao mesmo tempo, buscaremos soluções nacionais [de defesa cibernética]”, disse o general de divisão Paulo Sergio Melo de Carvalho, chefe do Centro de Defesa Cibernética (CDCiber) do Exército, ao qual o LaSEC² está ligado.

“Não queremos comprar sistemas prontos, mas desenvolvermos novas soluções”, disse Carvalho, durante cerimônia de inauguração do laboratório.

A solenidade ocorreu no Edíficio das Águas, no PTI, onde fica o LaSEC². Além de Carvalho, o evento também teve a presença do diretor-geral brasileiro da Itaipu, Jorge Miguel Samek; do diretor-superintendente da Fundação PTI, Juan Carlos Sotuyo; do chefe da Assessoria de Informações da Itaipu, coronel Carlos Roberto Sucha, responsável por trazer o laboratório para Foz do Iguaçu e interlocutor entre Exército, Itaipu e Fundação PTI; e o coronel Francisco Ronald Rocha Fernandes, chefe adjunto da Assessoria de Informações da Itaipu.

Com o LaSEC², Foz será um dos polos de segurança cibernética do Brasil. O laboratório é um braço local do CDCiber, cujas atribuições estão a segurança cibernética do País em grandes eventos, como Copa do Mundo e a Olimpíada de 2016. “Se ninguém ouviu falar de nós [durante a Copa], é porque nosso trabalho funcionou”, brincou o general.

“Daqui ainda sai quase 20% da energia do Brasil, que depende de nosso trabalho. Se nós não tomarmos as precauções nas nossas estruturas estratégicas, os danos podem ser muito grandes”, afirmou Samek.

 

Em rede

O LaSEC² é um dos nove projetos da Rede Nacional de Segurança da Informação e Criptografia (Renasic), gerenciada pelo CDCiber. Sua função é interligar as Forças Armadas à academia e às empresas públicas e privadas.

A Renasic pretende colocar o Brasil entre os países mais competentes em termos de segurança digital e criptografia. A ideia é aperfeiçoar a defesa cibernética para evitar, por exemplo, o acesso indevido a informações sigilosas.

A rede comporta outros oito projetos que vão da busca de protocolos criptografados à defesa de ataques e desenvolvimento de programas de detecção de intrusão, além de simuladores de defesa, entre outros.

Os projetos são desenvolvidos em parceria com diversas instituições, como o Instituto Instituto Tecnológico de Aeronáutica, a Universidade Federal de Minas Gerais e a Universidade de Brasília. Em cada um deles, há uma viés de pesquisa. Na capital do País, o laboratório virtual “Proto” coordena as pesquisas para o desenvolvimento e implantação de protocolos criptográficos seguros.

Em Foz do Iguaçu, o eixo será a proteção de Itaipu como uma das estruturas estratégicas – aquelas que, em caso de colapso, causariam algum problema ao País. Além de Itaipu, comportam essa lista as plataformas petrolíferas, o sistema bancário e financeiro (bolsas de valores), as linhas de transmissão de energia, entre outras. “Depois, esse conhecimento poderá ser replicado em outras instalações”, disse o major Luciano de Oliveira, do CDCiber.

“Neste momento estamos plantando uma semente que vai frutificar não só na região de Foz do Iguaçu. O que vamos produzir aqui será útil para outras estruturas estratégicas”, disse Sucha.

 

Como funcionará

O Laboratório de Segurança Eletrônica, de Comunicações e Cibernética fica no Edifício das Águas, no PTI. “Será uma atuação colaborativa, com uma conexão com todas outras iniciativas do parque”, disse o diretor-presidente da Fundação PTI, Juan Carlos Sotuyo.

A ideia é conciliar o trabalho do LaSEC² com os demais laboratórios do PTI, como o Centro de Estudos Avançados em Segurança de Barragens (Ceasb), o Centro Latino-americano de Tecnologias Abertas (Celtab), o Laboratório de Automação e Simulação de Sistemas Elétricos (Lasse) e o Programa de Inovação em Tecnologia da Informação e Comunicação (Inovatic).

Atualmente, estes órgãos comportam mais de 70 pesquisadores. Outros poderão ser contratados pelo sistema de bolsas.

 

Visita

Antes da inauguração, os representantes das instituições parceiras visitaram as instalações. Durante o encontro, o Exército conheceu o projeto do Centro de Estudos Avançados em Proteção de Estruturas Estratégicas (Ceape²), do qual o LaSEC² faz parte.

 

A Itaipu

Com 20 unidades geradoras e 14.000 MW de potência instalada, a Itaipu Binacional é a maior geradora de energia limpa e renovável do planeta e foi responsável, em 2013, pelo abastecimento de 17% de toda a energia consumida pelo Brasil e de 75% do Paraguai. Em 2013, superou o próprio recorde mundial de produção e estabeleceu a marca de 98.630.035 megawatts-hora (98,63 milhões de MWh). Desde 2003, Itaipu tem como missão empresarial “gerar energia elétrica de qualidade, com responsabilidade social e ambiental, impulsionando o desenvolvimento econômico, turístico e tecnológico, sustentável, no Brasil e no Paraguai”. A empresa tem ainda como visão de futuro chegar a 2020 como “a geradora de energia limpa e renovável com o melhor desempenho operativo e as melhores práticas de sustentabilidade do mundo, impulsionando o desenvolvimento sustentável e a integração regional”.

 
     
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