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VIOLÊNCIA SEM LIMITE. O que fazer? Temos que REAGIR não com violência – mas sim, com INTELIGÊNCIA...
  Data/Hora: 7.ago.2018 - 8h 41 - Colunista: João Maria  
 
 
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Temos que reagir com INTELIGÊNCIA, com AMOR NO CORAÇÃO. O perdão é Divino. Quando perdoamos com toda a força da nossa alma até mesmo os inimigos – recebemos como recompensa os verdadeiros IMPULSOS DA VIDA, num sentido mais amplo como nos ensina o próprio Cristo ao nos mostrar a REALIDADE: “ALEGRIA sem limites, entusiasmo, riso, amor, espontaneidade, sensação de bem-estar e um sentimento natural de otimismo. Uma certeza absoluta de que a vida nunca vai nos decepcionar, de que sempre teremos o bastante para comer, beber, vestir e tudo o que for necessário para ser FELIZ”. 

 

 

Como um cutucão, um empurrão e até mesmo uma aberração de uma decisão familiar/judicial/policial ou não, pode abrir um clarão em nossas vidas e nos mostrar com toda evidência que somos parte integrante do Verdadeiro Reino dos Céus na Terra.

 

É nessas horas que passamos a refletir sobre o verdadeiro significado dessas palavras de Cristo, quando nos diz: “Eu gostaria que pudesse ver e experimentar o mundo tal como ele realmente poderia ser para você. O mundo transbordando de vida, a criação inteira ressoando a alegria...”(...).

 

“Eu gostaria que você pudesse tomar consciência desta gloriosa alegria e brilhante amor enquanto caminha em um jardim ou pelo campo”. “Eu gostaria que você pudesse entrar na consciência de uma magnífica árvore que se mantém ereta e alta, estendendo os seus galhos para as aves neles pousarem e fazerem os seus ninhos”.

 

E o Mestre, segue orientando: “Como seria bom se conseguisse entrar na consciência dos pássaros quando encontram o melhor lugar para fazerem seus ninhos, vivenciar seu prazer e sentir o seu amor pela árvore que lhes fornece um lar e uma sombra. Por toda parte, há reciprocidade de amor fluindo entre os seres vivos - as plantas, os insetos, as aves, os peixes e seus ambientes. Somente os predadores colocam-se fora desta consciência amorosa”.

 

Voltando a questão VIOLÊNCIA SEM LIMITE, eu diria que alguma coisa precisa ser feita com urgência, urgentíssima em nossa cidade em termos de Ordem e Lei.

 

Por que relembro aqui o caso Paulo Prestes?

 

Veja que o Paulo, ao lado da nossa redação, era uma das vozes mais combativas da nossa cidade contra os desmandos e essa corrupção sem limite que abunda por aí. Mesmo continuando a atender os seus clientes – ele dedicava tempo e espaço na sua agenda para diariamente ver o Diário Oficial do município e o que estava sendo licitado.

 

 

Sempre que encontrava algo que vislumbrasse um possível desvio de conduta na aplicação do dinheiro público, ele fazia os seus comentários picante e altamente producente nas redes sociais – acenando, inclusive para a nossa Redação que tal fato requeria uma atenção mais especial.

 

 

 

Devo lembra-los que por muitos anos fomos vizinhos de porta, onde ele tinha seu escritório há poucos metros do meu. Hoje ele mão está mais entre nós e nem eu tenho mais o meu local de trabalho naquele local. Mas me lembro como se fosse hoje, o que aconteceu, cerca de 20 dias antes do “trágico acidente” que ceifou a sua vida.

 

Eu estava saindo do prédio, por volta das 09h30, e na portaria, ele com o seu habitual sorriso, me cumprimentou. E ao se virar para a Rua, simplesmente se transformou como se estivesse vendo uma espécie de demônio a sua frente. “O que houve Paulo?”, lhe perguntei.

 

“Esse “FP” que passou com essa camioneta aí na frente tentou me atropelar ontem numa estrada rural na região da Guanabara”, me relatou.

 

Você já foi à Delegacia fazer o “BO”? Retruquei. “Não, não fui”. “Como assim?” - continuei. “Não fui por que eles estavam em três dentro da camioneta. Como eu me joguei no barranco e não me machuquei, será a palavra deles contra a minha. E no final, ele ainda poderá me processar por calúnia e difamação”, me relatou.

 

Dias depois, na mesma semana do trágico acidente, ele entra devagarinho na Redação do Jornal, volta até a porta e dá uma espiada no corredor para ver se não tinha ninguém por perto e me diz: “Você não acredita no que consegui registrar. Não dou 90 dias para esses bandidos todos irem parar atrás das grades. A coisa é tão forte e estarrecedora que nós vamos precisar montar uma Comissão com várias pessoas para apresentar essa denúncia, com no mínimo uns quatro advogados e quero você junto nessa Comissão”, citando inclusive, o nome de dois advogados que ele já tinha contatado, entre eles um amigo seu de Medianeira que ele disse que era Professor. “Estou indo viajar no final de semana e na volta, vamos montar essa Comissão e dar início aos trabalhos”.

 

No final de semana, subitamente com a sua passagem, coincidência ou não, fiquei sem chão. E uma pergunta na mente. O que fazer? Como falar ou denunciar algo assim, tão grave? Ele não teve tempo de me dizer especificamente do que se tratava – dizendo apenas que tinha provas fortes em mãos, inclusive, com imagens.

 

Acredito que ele não me disse antes de viajar, por que sabia de antemão, que eu escreveria algo a respeito chamando a atenção. Se tivesse me dito, acredito que poderia ter contribuiído de alguma forma para que esse “suposto fatídico acidente” não tivesse acontecido.

 

E por que estou fazendo isso agora? Logo após a morte do advogado e professor Damião em Medianeira, visitei o Dr. Felipe, promotor de Justiça daquela comarca e o coloquei a par de toda essa situação, mostrando que poderá haver um elo forte nessa execução, ou seja, pode não ser apenas um crime de vingança passional – mas, algo muito mais profundo na esfera criminal.

 

É bem possível que o Paulo tenha detalhado algo mais para o seu colega de profissão. Volto a salientar, que em momento algum, quando esteve me visitando, ele citou o nome do Damião – mas sim, de um colega Professor de Medianeira.

 

Por que estou fazendo isto? Não sei. O que sei, é que algo de muito estranho está acontecendo com as energias de nossa cidade, onde a ganância e a prepotência, aliada a maldade e periculosidade estão matando as iniciativas criativas de crescimento social e desenvolvimento humano.

 

Outro dado que deve ser levado em conta nesse caso é que, ainda no momento em que o corpo do Paulo estava sendo velado, a sua residência foi invadida e de lá retirado um computador. Será que não estavam atrás de imagens ou provas? Coincidência?

 

O fato é que, de lá para cá já perdemos outro Blogueiro que também não se calava e denunciava as falcatruas desta Organização. Ivomil Roberto da Silva, segundo as informações que temos morreu de enfarte fulminante.

 

Ivomil era diabético e meses antes de morrer, alguém montou uma arapuca em sua residência, plantando armas e drogas com o objetivo de calar a sua voz. Ficou preso por vários dias num local úmido e sem ventilação e teve o seu pulmão danificado. Foi absolvido por falta de prova, mas a sua saúde já tinha ido para o ralo...

 

Nos bastidores, inúmeras pessoas sabem que algo de estranho tem se movido na escuridão da noite e pelos becos e bueiros úmidos arquitetando crimes não só contra o Patrimônio público, como também, contra a própria vida.

 

Como aceitar que numa cidade como a nossa até as arvores da beira da Estrada possam se posicionar e reagir – transformando uma batida ou um esbarrão num buraco de uma pistola ponta quarenta em cima do coração?

 

Como aceitar que numa Comarca importantíssima como a nossa, localizada ao lado da BR-277, fazendo fronteiras com a Argentina e o Paraguai – ao lado de um corredor de contrabando, armas e drogas – e todo tipo de desvio de conduta, em cinco anos passem tantos e tantos Promotores de Justiça?

 

Lembro-me como se fosse ontem, quando fiz uma matéria citando que um empresário da cidade, referindo-se a uma importante decisão que envolvia não geração de emprego e renda, como também o cuidado que devemos ter com a VIDA das pessoas na área de saúde, ele teria dito: “...desça o pau que com a promotoria eu me entendo”.

 

Cerca de 20 minutos depois, toca o telefone e a secretária do Dr. Alex Fadel, promotor de Justiça da época, me ligou: “Seu João, eu preciso do seu endereço completo que o Dr. Alex está lhe mandando uma correspondência...”

 

Cerca de 10 minutos mais tarde, entrava no meu escritório a secretaria da promotoria me entregando um ofício dizendo que eu tinha 48 horas para dar explicação sobre o que eu tinha colocado no Jornal.

 

Em questão de minutos redigi um ofício e pessoalmente fui entregar ao Promotor explicando os fatos. Quando o entreguei, surpreso ele me disse: “Mas já com a resposta?”. Sim Doutor, está no papel o que o senhor gostaria de saber.

 

Tempos depois, o prefeito é flagrado numa gravação dizendo: “Esse promotorzinho de (...) está pensando o quê. Não sabe ele que com um telefonema eu o mando para outra Comarca...”.

 

Isso é fato, virou inquérito. A que pé anda tudo isso? Quantos promotores de lá para cá já passaram pela nossa Comarca?

 

Meses depois, a Dra. Dalva, também Promotora de Justiça, teve o seu apartamento revirado e um recado claro. “Não mexa com a gente que a gente não vai incomodar você...”

 

Quanto tempo precisa um Promotor para conhecer a sua Comunidade a qual jurou promove-la e respeitá-la ao assumir o Cargo?

 

Continua...,

 
     
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