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UNILA realiza debate sobre trabalho escravo contemporâneo, na próxima terça-feira (12)
  Data/Hora: 8.mai.2015 - 16h 12 - Categoria: Educação  
 
 
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A Lei Áurea, de 1888, decretou o fim do direito de propriedade de uma pessoa sobre outra, no Brasil. Passado mais de um século, essa prática ainda persiste no país e está espalhada pelo mundo, por meio da submissão a condições de trabalho análogo ao de escravo. Esse tema terá espaço na próxima terça-feira (12), às 18h, na Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, onde será realizada a mesa-redonda “Trabalho escravo contemporâneo no Brasil – um debate (supra) nacional”.

 

Participam como debatedores a coordenadora do curso de Ciência Política e Sociologia da UNILA, Élen Schneider; o professor Ricardo Figueira, coordenador do Grupo de Pesquisa Trabalho Escravo Contemporâneo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); e Dom Laurindo Guizzardi, da Pastoral do Migrante de Foz do Iguaçu. Organizado pela Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) e Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) da UNILA, o evento é gratuito e aberto ao público. Os interessados em adquirir certificado de participação podem realizar inscrição por meio deste link.

 

O trabalho escravo tem uma dimensão contemporânea e atual quando se refere a atividades que privam a liberdade do trabalhador e atentam à sua dignidade, ou seja, aos seus direitos fundamentais. Com a mundialização do capitalismo, grandes empresas descentralizam a sua unidade de produção para outros países, terceirizando serviços e fortalecendo o trabalho precário, sem direitos e condições decentes. No Brasil, percebemos isso, por exemplo, através dos ateliês de costura, que empregam grande quantidade de migrantes sem documentos, mulheres e crianças”, explica a professora Élen Schneider.

 

Segundo dados do Programa “Escravo, nem pensar!” e da ONG Repórter Brasil, foram libertados, de 1995 até 2014, mais de 47 mil trabalhadores em situações de escravidão, no Brasil. Até 2013, essas condições de trabalho eram flagradas, principalmente, em atividades econômicas rurais, como a pecuária, a produção de carvão e os cultivos de cana-de-açúcar, de soja e de algodão. Desse ano em diante, a violação se deu, preponderantemente, na zona urbana, em setores como a construção civil e a indústria têxtil.

 

Serviço

Evento: “Trabalho escravo contemporâneo no Brasil – um debate (supra)nacional”
Local: Fundação Cultural de Foz do Iguaçu (Rua Benjamim Constant, 62, Centro)
Horário: 18h
Gratuito e aberto ao público

 

 
 

 

 

 
 
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