Banner jessica de jesus

 
 
   Categorias
  ATLETISMO
  Banco do Brasil
  Brasil
  Educação
  Ego Famosos
  ENTREVISTAS
  Esporte
  Eventos
  Falando Sério
  Familias
  Foz do Iguaçu
  Geral
  Itaipu Binacional
  Lindeiros
  Moda
  Mundo
  Oeste
  Opinião do Leitor
  Policiais
  Politica
  Santa Terezinha de Itaipu
  São Miguel do Iguaçu
  SICOOB
  SINSMI
  Sociais
  Virtudes e valores
 
     
   Colunistas
Bruno Peron
Cultura
Inácio Dantas
João Maria
Miss Paraná
 
   
 
   Previsão
 
 

 
 
 
Envie por email
 
Área de programação é muito receptiva para as mulheres, mas maioria ainda é masculina
  Data/Hora: 8.mar.2018 - 13h 15 - Colunista: Cultura  
 
 
clique para ampliar
Mulheres do PTI ministram palestras para mostrar contribuições femininas na área e desfazer crenças incorretas
 
 
Da Assessoria - Foto: Kiko Sierich/PTI - Foi quase sem querer que Khadije Elisa Lopes El Zein entrou num curso técnico de informática, em 2011. Ela passou em um processo seletivo e decidiu ver no que dava. Gostou tanto que, depois de formada, optou por fazer a graduação em Ciência da Computação. Em uma área em que as mulheres ainda são minoria, a estudante e bolsista do Parque Tecnológico Itaipu (PTI) quer mudar esse cenário. Para isso, busca despertar o interesse em palestras em que apresenta as “Mulheres Maravilha da Programação”.
 
 
Khadije e outras duas colegas do Centro Latino-Americano de Tecnologias Abertas (Celtab), do PTI, ministram as palestras no Congresso Latino-Americano de Software Livre e Tecnologias Abertas (Latinoware), evento que está na 15ª edição e no ano passado reuniu mais de 4,5 mil pessoas. A intenção delas é desfazer a crença de que mulheres não têm vocação para as ciências exatas e mostrar as contribuições femininas na área. 
 
 
A estudante conta que, para elaborar o conteúdo da palestra, o grupo fez um levantamento do impacto que as mulheres geraram na evolução da área. Até ela ficou surpresa. “Quando vemos a história da computação, ela é contada geralmente do ponto de vista dos homens que contribuíram. Mas os primeiros programadores, na verdade, eram mulheres. Saber disso foi muito interessante, porque percebemos que não estamos como um peixe fora d’água, em um mundo masculino”, diz.
 
 
Para incentivar mais mulheres a entrar na área, Khadije comenta que elas também falam sobre as mulheres que atualmente estão em cargos de liderança no setor, e querem mostrar que a programação é receptiva com as mulheres. A estudante afirma que nunca sentiu preconceito por parte dos colegas homens, apesar de serem a maioria. “Sempre éramos cinco na sala, por aí, mas o pessoal sempre foi muito respeitoso”. 
 
 
O Censo de Educação Superior de 2013 aponta que apenas 15,53% dos ingressantes nos cursos relacionados à computação eram mulheres, e que destas somente 13,6% concluíram o curso. Para alterar esse quadro, as palestrantes têm outro argumento forte: a carreira na área de Tecnologia da Informação é promissora. Isso porque, segundo o analista de sistemas do Celtab Jônios Costa Máximo, existe um déficit grande de profissionais. A perspectiva, segundo ele, é de que em 10 anos falte um milhão de profissionais no setor em todo o mundo.
 
 
O analista de sistemas acredita que ainda são poucas as mulheres na programação por falta de conscientização. “Falta levar conhecimento a essas meninas de que a área é receptiva, que há equidade e que não é um trabalho para homem. Elas podem fazer, e fazer com extrema qualidade”, ressalta. Ele destaca algumas vantagens de trabalhar com as mulheres. “Em algumas atividades, elas são mais minuciosas, mais zelosas, têm capricho no trabalho”.
 
 
As possibilidades de atuação e a relevância das aplicabilidades na área também são muitas. Khadije, por exemplo, atualmente está trabalhando no Celtab em um projeto de classificação de lesões mamárias. Utilizando inteligência artificial e algoritmos, ela vai desenvolver um sistema de diagnóstico assistido por computador, que dará mais precisão aos resultados de exames. “Muitos ultrassons mamários são inconclusivos e existem lesões que não dá para saber se é um carcinoma. Os especialistas podem usar esse sistema para ter uma segunda opinião dos laudos”, explica. “Esses dispositivos geralmente têm muitos acertos. Dependendo da forma com que é feito o classificador, varia de 80, 90 até a 100% de acerto no diagnóstico”, complementa.
 
Foto: Kiko Sierich/PTI
 
     
Deixe seu comentário!
 
 
 
Otica PetriU
banner vende capeletti
Banner Carl Hart
Banner Juvenal
Cerâmica Zanoni
Banner Marlene
Auditoria da Dívida Publica
Transmorgan
Bassani
Rose Bueno Acessórios