Vende-se apartamento no centro

 
 
   Categorias
  ATLETISMO
  Banco do Brasil
  Brasil
  Educação
  Ego Famosos
  ENTREVISTAS
  Esporte
  Eventos
  Falando Sério
  Familias
  Foz do Iguaçu
  Geral
  Itaipu Binacional
  Lindeiros
  Moda
  Mundo
  Oeste
  Opinião do Leitor
  Policiais
  Politica
  Santa Terezinha de Itaipu
  São Miguel do Iguaçu
  SICOOB
  SINSMI
  Sociais
  Virtudes e valores
 
     
   Colunistas
Bruno Peron
Cultura
Inácio Dantas
João Maria
Miss Paraná
 
   
 
   Previsão
 
 

 
 
 
Envie por email
 
Do programa Apollo ao Artemis
  Data/Hora: 24.jul.2019 - 8h 26 - Colunista: Cultura  
 
 
clique para ampliar
Comemoramos, dias atrás, os 50 anos da conquista da Lua, ocorrida em 20 de julho de 1969, com o pouso da Águia, o módulo lunar da Apollo 11. Neil Armstrong consagrou-se o primeiro humano a colocar os pés em outro corpo celeste que não a Terra. A rigor, ele e Buzz Aldrin foram os primeiros astronautas, depois, outros dez pousaram na lua. Os demais deveriam ser chamados de cosmonautas.
 
As visitas à Lua encerram com a Apollo 17, em dezembro de 1972. Além do altíssimo custo, os danos à saúde acabaram com o sonho espacial das superpotências. A Rússia investiu em suas estações espaciais e acumularam conhecimento médico da sobrevivência do ser humano nas condições espaciais, aliás, ciência necessária para uma aventura em Marte.
 
Passaram-se 50 anos e a NASA volta-se novamente para a Lua, com objetivo de levar uma mulher para a Lua. E nada mais emblemático do que batizar a missão com o nome da irmã gêmea de Apolo: Artemis. O Programa Artemis envolve parceiros comerciais e outros países para estabelecer uma base na Lua, criando uma economia lunar. E tendo em vista Marte.
 
Em 2005, o Presidente George W. Bush aceitou o Projeto Constellation da NASA, que durou de 2006 até 2009 e planejava o retorno à Lua em 2020. Previu o desenvolvimento de dois veículos de lançamento de carga pesada chamados de Ares I e Ares V e o Orion Crew Exploration Vehicle. Em 2008, Barack Obama foi eleito e não aprovou o orçamento pretendido para a missão, cancelando o Projeto.
 
Em 2017, o governo Trump criou a campanha Lunar para utilizar várias naves como a Orion, a Lunar Orbital Platform-Gateway e módulos lunares comercialmente desenvolvidos. A NASA planeja gastar de US$ 20 a 30 bilhões com o projeto.
 
Em maio daquele ano, a NASA fez um pedido de informação (request for information) sobre a capacidade de provedores comerciais dos Estados Unidos de lançar cargas para a Lua. A partir daí, a NASA criou o programa Commercial Lunar Payload Services (CLPS) em março de 2018, com o objetivo de enviar pequenas missões de pouso, de pelo menos dez quilogramas, para a superfície lunar até o final de 2021. Propostas para cargas de 500 e 1000 quilos também serão considerados.
 
Em maio deste ano, a NASA anunciou as três empresas selecionadas para a empreitada. A Astrobotic tem um contrato de US$ 79,5 milhões para transportar mais de uma dúzia de cargas para o lado mais próximo da Lua até 2021, a Intuitive Machines tem US$ 77 milhões para fazer cinco viagens de carga útil e a Orbit Beyond tem US $ 97 milhões para transportar até quatro cargas úteis para uma planície de lava até 2020.
 
A Orion é uma nave feita em parceria com a Agência Espacial Europeia (ESA) com o objetivo de levar astronautas para além da órbita baixa da Terra (LEO), como parte do programa Artemis. A missão Artemis 1, planejada para junho de 2020, voará para a Lua sem tripulação e voltará para a Terra.
 
A missão Artemis 2 será a primeira missão tripulada, com quatro astronautas em 2022 num sobrevoo de trajetória livre ao redor da Lua numa distância de 8900 quilômetros. E a Artemis 3, em 2024, o primeiro pouso tripulado no Polo Sul.
 
Mario Eugenio Saturno (cientecfan.blogspot.com) é Tecnologista Sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e congregado mariano.
 
     
Deixe seu comentário!
 
 
 
Banner Reforma da Previdência
Banner Mães Fortes
Banner Lei Lucas
Banner Mirante
Banner outubro rosa
Banner Bertold Brecher
Otica PetriU
Banner Graciliano Ramos
Banner as cidades tem alma
Banner o fascismo