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Dialogando com o Mestre (Parte II) – o nosso Planeta pode ser destruído?
  Data/Hora: 1.mar.2020 - 8h 30 - Colunista: João Maria  
 
 
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Foto: Ilustração/Internet - Voltando ao assunto já abordado na primeira parte deste diálogo sobre a possibilidade do Seu retorno a terra num corpo humano, tendo em vista que existe uma verdadeira legião de pregadores dizendo que irás voltar. O que podemos dizer Mestre aqueles que estão esperando ansioso esse retorno e não compreendem que já estais presente atuando fortemente entre nós como forma de inspiração?

 

- “Diga a eles que a minha Consciência Transcendental está atingindo o mundo em forma de CONHECIMENTO. Esse conhecimento é a minha VERDADE e se destina a aliviar e iluminar as mentes daqueles que estão buscando despertar as pessoas para as muitas causas da miséria e futura destruição do planeta”.

 

- Futura destruição do Planeta? Como assim? Quer dizer que o Planeta Terra corre o risco de desaparecer?

 

- “Eu diria que no momento um número incontável de “velhas almas” estão atuando desinteressadamente de centenas de maneiras diferentes para aliviar o sofrimento das pessoas que têm necessidade, dedicando toda a sua energia, tempo e posição terrena para promover o amor pela natureza, pelos animais, seu bem estar e proteção e a saúde futura do planeta em si mesmo”.

 

- Entendi! Graça ao trabalho dessas preciosas almas, como essa garotinha australiana chamada Greta Thunberg que vem peitando chefes de Estados e protestando contra o aquecimento global – a situação ainda pode ser revertida e o próprio Planeta poderá recuperar por si mesmo a sua saúde futura?

 

- “Embora essas almas possam não estar conscientes disso, nenhuma dessas preocupações surgem do pensamento humano terreno que se dirige exclusivamente para as necessidades egoístas, mas provem da dimensão da Consciência Divina onde todas as coisas vivas são vistas como uma expressão de Amor/Inteligência da Fonte de Todo Ser”.

 

- O que vemos atualmente Mestre é que o Planeta está dando a impressão de que estamos entrando em colapso. A impressão é que a grande maioria insiste em permanecer num estado de consciência doentia. É o mosquito da dengue, agora o tal do ‘corona vírus’ amedrontando pessoas, destruindo economias e se transformando numa espécie de pandemia. Ou seja – uma constante decida para inúmeras enfermidades, desgraças, transtornos e o mais profundo sofrimento. O que podemos dizer para reavivar a esperança dessas pessoas Mestres?

 

- “Para ajudar as pessoas receptivas de todas as camadas da sociedade – do soldado ao general, do operário ao presidente – é que passem a trabalhar a partir do ponto de vista do Amor. Existem razões espirituais e cientificas materialistas pelas quais é absolutamente imprescindível, que dediquem toda a sua energia e sua sensibilidade mental e emocional para que suas ações e reações estejam perfeitamente alinhadas e em harmonia com o Amor Incondicional – a Consciência Divina”.

 

- Esse é o Caminho para não cairmos nas armadilhas dos campos energéticos inferiores?

 

- “A súplica para obter ajuda, força e orientação a fim de alcançar as “atitudes emocionais corretas” é através da meditação e a oração constante. Esses são os únicos meios pelas quais o buscador espiritual pode achar o caminho de volta e sair da armadilha dos campos energéticos inferiores, reencontrando  seu estado de harmonia com as frequências da Consciência Celestial”.

 

 

- Em parte já abordamos esse assunto no primeiro diálogo – podes nos dizer por que foi necessário que nasceste na Palestina entre os Judeus, Mestre...?

 

- “Interessante essa pergunta. Para respondê-la se faz necessário darmos um mergulho na história e vermos como se consagrou a crença no “pecado” e no “castigo”, na forma dos Dez Mandamentos”.

 

- Não entendi – poderias ser mais claro?

 

- “Já naquela época, o conceito de pecado contra Deus, era um hábil e poderoso método de controle das pessoas. As crenças da igreja já eram e ainda é uma trágica farsa de tudo o que eu tentei ensinar as pessoas na Palestina. Até hoje se pratica esse comportamento nas igrejas. Os líderes religiosos tentam controlar as pessoas pelo medo”.

 

- Como explicar os Dez Mandamentos, então Mestre?

 

- “Moisés foi o primeiro que consagrou a crença no “pecado” e no “castigo” na forma dos Dez Mandamentos. Moisés disse que “Deus” deu a ele os Dez Mandamentos e que, se os Israelitas os desrespeitassem, teriam que sofrer o castigo – em alguns casos, isso significaria a morte por apedrejamento. E ensinou que, se desrespeitassem as Leis, estariam pecando contra o seu “Deus”.

 

- Entendi... E isso perdura até hoje como se Deus fosse um julgador, até capaz de matar se preciso for e não Amor Incondicional a Fonte do nosso próprio Ser...

 

- “Exato. A verdade é que, Moisés foi ao Monte para rezar, pedindo um meio para controlar os Israelitas rebeldes. Em resposta a sua oração, recebeu por inspiração os Dez Mandamentos, dado a ele para ajuda-lo em sua tarefa de dirigir os Israelitas, sem perigo, em sua jornada no deserto, com o menor grau de confusão”.

 

- Quer dizer então que a partir deste fato, “acreditam em um “Deus” que, segundo dizem, instruiu Moisés a engajar-se em comportamentos agressivos e massacres, ao conquistar a Terra prometida?”

 

- “Sim! Era uma terra bela e produtiva que foi arrancada sem piedade de um povo trabalhador, assassinados aos milhares. Para eles, isso foi considerado a coisa certa a fazer, uma vez que “Deus” tinha prometido para eles uma terra bela na qual se estabeleceriam. Até hoje, os religiosos creem que, como “Deus” falou com Moisés, deve ter sido “Deus” quem decretou o derramamento de sangue”.

 

- Então é por isso que na Bíblia existem muitas descrições semelhantes sobre guerra e derramamento de sangue e são considerados permissíveis – justos e corretos – porque se acreditou que “Deus” ordenou a eles ir para a guerra contra os gentios?

 

- “Sim! E podemos perceber na história dos Judeus o desenfreado impulso do ego, no qual inclusive “Deus” é usado para isentá-los de toda a responsabilidade. No momento de exaltação do próprio poder, tornou-se permissível e justo ignorar os Dez Mandamentos e realizar um extermínio em massa. Eles acreditavam não estar cometendo nenhum pecado, pois o massacre tinha sido ordenado por “Deus”. Que “Deus”! Deu para perceber por que é que era necessário que eu nascesse na Palestina e vivesse entre os Judeus, em um esforço para ajuda-los a ver que suas crenças e práticas tradicionais eram totalmente contrárias a natureza da Consciência Divina, que verdadeiramente havia dado a eles o ser?”.

 

- Esse último tópico praticamente responde a minha primeira pergunta, Mestre. Existem muitos e muitos livros, inclusive na própria Bíblia, onde se prende as pessoas à Sua antiga personagem, pregando “a salvação do homem do castigo de seus pecados”, por meio da Sua morte na cruz. Podemos dizer que esse é um dos pontos que está atrasando a nossa evolução espiritual?

 

- “Essas crenças são fisicamente impossíveis e contrárias aos fatos da criação. Nenhuma “Divindade” Superior exige o pagamento pelos “pecados”. Este é um conceito inteiramente humano – e pagão”.

 

- Podemos dizer então, Mestre – que o que vemos hoje, é uma visão “glorificada” do paganismo?

 

- “O que é preciso entender é que, quando as pessoas tornam outras infelizes, de um modo ou de outro, estão criando o seu próprio futuro em “retorno”. Não como retribuição, mas como uma “atividade” consciente de criação. Portanto, é uma questão de urgência combater fortemente estas crenças no “pecado” e na “salvação por minha morte na cruz”, - e a substituição – pela compreensão espiritual que estou fornecendo com o meu CONHECIMENTO através destas Cartas”.

 

- Existem alguns buscadores espirituais da Igreja Cristã que conseguiram purificar suficientemente as suas consciências para adquirirem uma forte compreensão da Consciência do “Poder” que eles chamam “Deus” e acabaram por reconhecer que a Igreja não ensina a “Fonte do Ser”?

 

- “Bem poucos conseguiram evoluir espiritualmente o suficiente, para irem além dos parâmetros das crenças religiosas e sentirem o influxo do “Poder”, uma vez que a grande maioria das pessoas só pode conceber a Verdade por meio de uma terminologia terrena”.

 

- Se estou entendendo direito, precisamos urgentemente pregar a verdade sobre o “pecado” e o comportamento humano?

 

- “Sim! Sem dúvida chegou o momento em que deve ser dita a verdade sobre o “pecado” e o comportamento humano, e o que as pessoas estão presentemente fazendo ao mundo e a si mesmas – para que possam receber em seus corações a Realidade da Existência”. “Acredite-me, você não pode misturar as suas velhas crenças religiosas com a Verdade da Existência. Se tentar fazê-lo pode estar seguro de que não estará vendo a Verdade, mas apenas a sua própria adaptação do que pensa que aprendeu sobre isso que estou lhe repassando”.

 

- O que pode acontecer Mestre – a quem busca a Verdade da Existência, mas permanece em estado de divisão de convicção?

 

- “Pode continuar a buscar, mas com um grande custo para si – despedaçado pela indecisão, pelo medo e por uma contínua incapacidade de perceber o verdadeiro significado destes meus Ensinamentos. Suas percepções e evolução serão parcialmente obscurecidas por “mensagens” originárias do antigo condicionamento de sua mente consciente e subconsciente”. 

 

(continua) 

 
 

 

 

 
 
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