Banner Primeiro Conart

 
 
   Categorias
  ATLETISMO
  Banco do Brasil
  Brasil
  Cartas do Leitor
  Educação
  Ego Famosos
  ENTREVISTAS
  Esporte
  Eventos
  Falando Sério
  Familias
  Foz do Iguaçu
  Geral
  Itaipu Binacional
  Lindeiros
  Moda
  Mundo
  Oeste
  Opinião do Leitor
  Policiais
  Politica
  Santa Terezinha de Itaipu
  São Miguel do Iguaçu
  SICOOB
  SINSMI
  Sociais
  Virtudes e valores
 
     
   Colunistas
Bruno Peron
Cultura
Inácio Dantas
João Maria
Miss Paraná
 
   
 
   Previsão
 
 

 
 
 
Envie por email
 
1.000 mortes todo dia
  Data/Hora: 29.jun.2020 - 13h 30 - Categoria: Brasil  
 
 
clique para ampliar

Por Mario Eugenio Saturno

 

O Brasil teve todas as condições para vencer o coronavírus em menos de 45 dias: chegou aqui quando a Itália e Espanha já experimentavam o resultado de não fazer a quarentena total (lockdown), com mortos acumulando para enterrar; os governadores e prefeitos estavam assustados e dispostos a qualquer desgaste político; o governo federal estava infestado de militares, gente que se supunha preparada para lidar com invasões da Pátria... O que deu errado?

 
Esses militares -nem na ditadura militar se viu tantos no governo- mostraram-se despreparados -não entenderam, nem entendem como funciona uma guerra biológica-, desqualificados -falta qualificação básica, como da geografia do próprio Brasil-, e apego ao cargo -tremenda falta de patriotismo. Nenhum militar viu ou vê o desastre.
 
O pior é ter um presidente que não entende o seu cargo e é incapaz de compreender questões básicas como o perfil do seu eleitor. Por exemplo, pesquisa Datafolha feita no final de maio mostrou que 72% eram contra dar armas para a população, como Bolsonaro quer, e apenas 24% eram favoráveis, como visto em outras pesquisas. Em 2018, foram 147 milhões de eleitores cadastrados, então 35 milhões (24%) apoiam a pauta da arminha do Bolsonaro, ou seja, 18 milhões dos que votaram nele já no primeiro turno (49 milhões) não apoiavam essa pauta e outras equivalentes.
 
Oras, e o que apoiavam? A pauta contra a corrupção! Será que é tão difícil enxergar isso? E o que fez o presidente com essa pauta? Foi demitida junto com o ministro Moro. Só não vê quem tem o cérebro dominado pelas emoções, no caso, ódio! Aquele mesmo que domina o gabinete do ódio, porque para inventar notícias (fake news) tem que ser muito desonesto e dominado pelas emoções negativas.
 
O presidente vive uma eterna fase de negação (reação ao receber um prognóstico fatal), quer salvar a Economia, mas não vê como os outros países fizeram (lockdown), e que, agora, colocam para funcionar comércios e serviços. Além disso, inventa soluções da cabeça, sem base científica alguma, como a cloroquina e a imunidade de rebanho, esta que implica na morte de sete milhões de brasileiros... Julga-se patriota, quando, na verdade, está destruindo o nosso amado País!
 
Aliás, a cloroquina e seu derivado, com dezenas de estudos já feitos, o FDA, o maior órgão do planeta, revogou a autorização desses medicamentos para tratar covid-19. Expliquem ao presidente.
 
E muita coisa já mudou, a Coreia do Sul não é mais exemplo de testagem, hoje, tem 130 países que testaram mais (por milhão de hab.) que este país, o próprio Brasil está em 33o. lugar.
 
Outra falácia é que a quarentena matará muitos de fome... Quantos já morreram de fome desde o início da pandemia? De covid-19, há cinco semanas, morrem 1.000 brasileiros todo dia e iniciaremos julho com 60 mil, mas de fome, a solidariedade e competência do brasileiro não permitirá que ninguém morra.
 
Mas não custa vigiar de perto a Economia, já que essa equipe no poder, no ano passado, entregou um PIB de 0,89% de crescimento, pior que a do Temer que enfrentou a depressão econômica e entregou 1,3% em 2017 e 2018.
 
Mario Eugenio Saturno (cientecfan.blogspot.com) é Tecnologista Sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e congregado mariano
 
 

 

 

 
 
Deixe seu comentário!
 
 
 
Banner laranja
Banner Einstein
Banner pedrão 2018
Banner Mirante
Bassani
Calendário eleitoral
Banner Notre Dame
Rose Bueno Acessórios
Banner Lei Lucas
Banner violência se limite