Vende-se apartamento no centro

 
 
   Categorias
  ATLETISMO
  Banco do Brasil
  Brasil
  Cartas do Leitor
  Educação
  Ego Famosos
  ENTREVISTAS
  Esporte
  Eventos
  Falando Sério
  Familias
  Foz do Iguaçu
  Geral
  Itaipu Binacional
  Lindeiros
  Moda
  Mundo
  Oeste
  Opinião do Leitor
  Policiais
  Politica
  Santa Terezinha de Itaipu
  São Miguel do Iguaçu
  SICOOB
  SINSMI
  Sociais
  Virtudes e valores
 
     
   Colunistas
Bruno Peron
Cultura
Inácio Dantas
João Maria
Miss Paraná
 
   
 
   Previsão
 
 

 
 
 
Envie por email
 
Álbum CAFÉ ANALÍTICO – Não aguento mais!
  Data/Hora: 11.set.2020 - 5h 11 - Colunista: Cultura  
 
 
clique para ampliar

Por Camyle Hart, via redes sociais...

 

Não aguento mais!

 

Com o passar dos dias, dos meses e já se vai quase um ano… quem não tem ouvido constantemente esta frase? “Não aguento mais!” entrou no ranking dos desabafos mais comuns ultimamente.

 

A pandemia começou e todos nós tínhamos em mente de que em poucas semanas tudo estaria resolvido. Psicologicamente, nos preparamos para 15 dias, no máximo um mês. Só que conforme o tempo foi passando, as notícias passaram a ser menos otimistas: os números de contaminados aumentando, o número de mortos também, até que atingimos o platô… e dali não saímos mais. Lá se foi o final do verão, o outono, o inverno e possivelmente a primavera… um ciclo todo em confinamento, tendo de lidar com  o medo, com a desesperança, com a solidão e com muitas angústias, entre elas, a insegurança em relação ao futuro.

 

Neste cenário apocalíptico, não causa estranheza que muitos de nós estejamos em esgotamento psicológico, um desgaste emocional que nos torna mais pessimistas. O neurocientista Matthew Walker afirma que as pessoas mentalmente cansadas têm uma percepção mais negativa da realidade. Muitas vezes, simplesmente nos sentimos cansados, sem forças para reagir e então tudo ao redor pede o sentido e o brilho.

 

O esgotamento psicológico é muito comum e, possivelmente, você conhece alguém que esteja sentindo-se assim. É um cansaço tão grande que a pessoa acorda pela manhã já pensando que não irá dar conta de fazer suas tarefas ao longo do dia… além de psicológico, a fadiga é física também.

 

Outro sintoma é a insônia. No início, acordamos algumas vezes ao logo da noite, mas com o tempo, passamos a ter dificuldade em voltar a dormir. A perda da memória também acontece, além de sintomas físicos como palpitações, dor de cabeça e alterações digestivas.

 

Outra característica é a anedonia, que é a incapacidade em sentir prazer nas situações do dia a dia… vemos tudo em tons de cinza.

Mas como enfrentar tudo isso?

 

O primeiro passo é admitir a si mesmo que se está assim e depois buscar caminhos para se conhecer melhor, se reencontrar. Outra passo importante é priorizar-se, é pensar em si mesmo e buscar fazer o que gosta.

 

Outra coisa é não exigir tanto de si mesmo, não fazer pressão. O cenário está incerto e difícil, portanto, não devemos cobrar tanto de nós mesmos.

 

Talvez o desequilíbrio psicológico dessa pandemia esteja sendo tão devastador quanto o próprio vírus em si.

 

Camyle Hart, Jornalista, psicóloga analítica  45 99932-0666 

 
 

 

 

 
 
Deixe seu comentário!
 
 
 
banner itaipulândia julho II
Banner conar
Banner laranja
Banner emprego
Bassani
Banner Einstein
Banner Lei Lucas
Calendário eleitoral
Banner Notre Dame
Banner itaipulândia julho