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CONTO: Desafio de Ivanires Dias Pereira aceito, escrever o conto “Como nasce um poeta...”
  Data/Hora: 28.out.2021 - 4h 41 - Colunista: Cultura  
 
 
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Por Carlos Alberto Mancin, via redes sociais...

 

Como nasce um poeta...

 

Quando tinha 4 para cinco anos

ficava observando...

Os livros do Clube do Livro que enchiam uma estante e sonhando...

Em torno de 300 ostentavam de cima abaixo,

nas prateleiras uma estrela colorida....

Que me chamava a atenção,

em muitas cores diferentes parecendo a minha mente uma árvore florida...

Indaguei minha mãe,

que me disse são livros que ao ler pode na cabeça viajar...

Não precisa de brinquedos para imaginar...

Sua própria mente será o brinquedo que vai manusear...

Perguntei como os lia ?...

Pegou uma cartilha Caminho Suave e me ensinou a saída...

Aos quatro anos comecei a entender as letras e como com elas palavras formavam... Conseguia ler

aos cinco anos já alfabetizado e lendo pequenos textos,

que por minha chegavam...

Li meu primeiro livro que ela me aconselhou a começar...

O príncipe e o mendigo

De Mark Twain,

fascinante

pro cérebro dançar...

Cheguei ao segundo Cazuza de Viriato Correa,

que mostrava as atrocidades com as crianças de outrora....

Como a palmatória, e por

aí foi A ilha do Tesouro e pulei para os mais adultos,

onde lia textos da minha mãe como autora...

Virei fã de José de Alencar e Machado de Assis...

O tempo passou por volta dos 7 anos na escola começou a me mostrar os poemas,

o que sempre quis...

Do meu avô que nunca conheci...

Faleceu um ano antes que nasci..

Me encantei pelas estruturas melódicas de rimas que já em músicas adorava...

E de novo minha mãe começou a ensinar sobre rimas, sonetos, quadras, acrósticos,

e tudo que me encantava ...

Rimas ricas, pobres e metrificação....

Aos nove anos fiz meu primeiro poema com o meu coração....

Abandonado, como todos os outros no Recanto das Letras registrado....

Era um soneto com métrica em 7 em cada verso,

não consegui as rimas só ricas como tanto sonhado....

Mas foi onde tudo começou...

Um único detalhe que ficou...

O amor familiar foi muito importante...

E a observação do mundo ao redor edificante...

Sem isto provavelmente não teria iniciado....

Talvez nunca teria escrito e amado....

 

 

@Carlos Alberto Mancin

24/10/2021

 

 
 

 

 

 
 
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