1.Amor, unificador de corações, almas e destinos!
De todos os sentimentos que envolvem o relacionamento de um casal, há um que norteia o comportamento, estreita a união e alarga os horizontes do entendimento e escreve o destino com letras de ouro; um sentimento único, puro como o lúmen das estrelas, que perdoa, conforta a dor, ilumina as trevas da desesperança e faz resplandecer a aurora de um novo dia: o amor!
O amor é o mais sublime dos sentimentos, aquele que une duas pessoas para, juntas, viverem a mesma vida até o final dos tempos. Sim, amantes, o amor é a aliança divinal que encadeia dois corações como se fosse uma só unidade!
“O amor é uma essência produzida nas indústrias do céu. De fragrância divinal, é uma química miscigenada por mãos de anjos nefelibatas, tendo como matéria-prima filamentos de sóis e estrelas...” (I.D)
O amor é isso, docilidade, meiguice, calor humano; é dar-se sem nada pretender em troca, senão o bem-viver; é condescender, ser amigo, cúmplice, amado, amante. É aceitar um ao outro com suas virtudes e defeitos, e, juntos, conjugarem o verbo viver em todos os tempos e formas.
O amor é uma música suave que o casal deve cantar a uma única voz. E, a um só movimento, dançar, ventres unidos, a dança mágica que conduz os corpos à explosão do prazer e à perpetuação da vida!
“Que belos são os teus amores, minha irmã, esposa minha! Quanto melhor é o teu amor do que o vinho! E o aroma dos teus unguentos do que o de todas as especiarias!” Cânticos 4:10
2.Ciúmes, desarme-se!
Cenas de ciúmes, veladas ou explícitas, são comportamentos que conturbam o relacionamento amoroso. Quantas brigas, que podam ser evitadas, são causadas pelos ciúmes, que se transformam em desamor e o desamor em separação?
Ciúmes é um estopim aceso para as discussões, ofensas, entreveros e xingamentos de parte a parte, que ao final implode a aliança e causa ruptura do casal.
Desconfianças, presunções, suspeitas de infidelidades de um ou de outro devem ser transformadas em diálogo, o diálogo em denominador comum de entendimento e o entendimento em solidificação do amor.
“Contenha-se antes de uma ação abrupta, levado pelo ímpeto do que “acha que viu ou ouviu” ou do que alguém “disse que alguém falou...”. Converse, entenda-se com o cônjuge, pois a lâmina dos ciúmes é aguda e perfura as mais sólidas relações.” (I.D)
Não há paz quando todos se armam para a briga. Há que conversar, tom de voz brando, ânimos desarmados e “passar a limpo” o que os afligem. São dos esclarecimentos e das explicações que brotam as compreensões, e das compreensões a paz, afinal quantas vezes a guerra dos ciúmes é por “achômetros” ou “desconfiômetros”...?
O casal não deve permitir que a densa névoa do ciúme desça e abata-se sobre o sol da relação. Essa névoa deve, cara-a-cara, ser dissipada, de pronto, ou, quem sabe, esparzida pelas brisas da paixão sobre a maciez de um leito...
“Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas”. Cânticos 8:6
Inácio Dantas
Do livro “Segredos para uma União Vencedora”









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